Arquivo da tag: Wall-e

165- Primeiros Cliques

Primeiros cliques fotográficos com a deliciosa H20.
Enquanto a oportunidade real não chega, a gente vai treinando como pode.

– Horas extras na Cria;
– Mascotinhos do meu pai;
– EVA (presente do querido Junin);
– Bagunça debaixo da minha cama;
– Metrô Parada Inglesa;
– Prédio da Micheli;
– Detalhe da viradinha da Tomé Portes;
– Entrada da ladeira da Tomé Portes (caminho diário);
– Horizonte do meu bairro visto da plataforma do Metrô;
– Manhã bonita;
– Zoom in Action (Sesc Santana com o Edifício do Banespa ao fundo);
– Avenida Luís Dummont Villares;
– Metrô chegando do Jardim São Paulo;
– Entrando no subterrâneo;
– Êpa, foi sem querer!
– Avenida Paulista (saindo na Trianon);
– SESI FIESP encapado de Brasil;
– Domingo de sol na Paulista;
– Caos urbano num sol de matar;
– Cidade apressada;
– Jú pesquisando albergues.

Anúncios

92- Life Onboard

Isso muito me lembra uma determinada rotina em minha vida… Hehehe…

63- Wall-E

Sabem o que é sair de uma sessão de cinema com a alma lavada e o coração inchado?

É algo cada vez mais raro de acontecer, mas acontece.

Ontem, sai da sessão de Wall-E assim.
Um orgulho bobo, como se aquele filme fosse produzido por mim ou para mim.

Sei que fazia tempo que eu não me sentia desse jeito, com vontade de assistir o filme mais uma vez, assim que os créditos começaram a deslizar na tela.

Wall-E é perfeito, impecável.
Acho que desde Vida de Inseto eu não me emocionava assim.
Fazia tempo que eu não ficava tão deslumbrado, tão apaixonado por um universo.

Junin e Tio que o digam.
Eu me segurei, mas claro que deixei escapar uns pedacinhos fugitivos de emoção…

Talvez seja a vida seca do planeta, aquelas panorâmicas solitárias…
Talvez seja a diretriz conciliada ao hobby de colecionar tesouros…
Talvez seja um olhar para o universo…

O ator coadjuvante não poderia ser mais original: una la cucaracha.

Talvez a estatura, os olhos, o simples fato do pequenino segurar a todo instante uma planta contra o peito, o constante fato dele subir e descer rampas…
Talvez ele tenha me lembrando o ET…

A verdade é que esse pequenino superou todas as minhas expectativas.

O amor platônico.
A prioridade do coração versus a diretriz.

O registro no modo stand by.
Os ícones e signos.
O minimalismo das imagens…

A poesia e os sentimentos explodiam a cada minuto. Uma chuva de gentilezas.

Quando alguém que a gente ama, por algum motivo descobre a invisibilidade dos gestos, da preocupação, da admiração e do coração, a fórmula para o amor é infalível.

Cada vez comprovamos que não existem mais seres tão puros assim.
Da mesma forma, seguimos a vida inteira procurando por eles.

A influência.
Um pequeno robô, tão pequenino e indefeso, com uma função tão comum, rasgou os céus e modificou a vida de tantos indivíduos.
Qual a ferramenta para isso? Atenção, importância, ajuda!

Amei a população obesa e seus hábitos.
Amei a quebra disso.

Amei a viagem.
Amei o vilão.

A trilha sonora apagava e acendia na hora certa. O tema do Peter Gabriel quase me confundiu por um instante. Não consigo parar de ouví-lo.

O uso da realidade para definir o tempo. Acho que é a primeira vez que a Pixar faz essa mistura.

A esperança numa planta!

O amor, a admiração, a amizade, a cooperação, a lembrança…

Sabe quando uma coisa é tão boa que vc não consegue acreditar que ela vai ser boa até o fim?
Vc fica esperando um erro, um deslize, um descuido…

Não houve um único momento gratuito.
Não houve nada para se criticar.

Personagens inteligentes!
Palavra não disperdiçada.

Alguém aqui já dançou apaixonado?
Todos deveriam bailar assim pelo menos uma vez na vida.

Para o designer, os ícones.
Para as crianças, o otimismo.
Para os apaixonados, os gestos.
Para aqueles que ainda acreditam que animação é coisa pra criança, meus sentimentos.

Preciso assistir mais uma vez.
Dessa vez totalmente ciente de que desde o primeiro momento do filme até o último, a experiência vai ser perfeita.