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128- No Japa da Vila Leopoldina

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Quem gosta de Lamen?

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Quem gosta de sushi?

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Guioza fresquinho… Hum, que delícia!

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Às vezes lá na Cria, juntamo-nos todos e esticamos alguns minutos a mais na hora do almoço para ir até o Japa da Vila Leopoldina.

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É uma bagunça que só!

Aninha

Comida na boquinha… Hehehe…

Isadora

Almoçar com essas figurinhas é uma das grandes partes do meu dia na Cria.

O duro é afastar o sono depois.
O processador gasta toda a memória ram em digestão, a gente fica lerdo lerdo…

Ps: Isa, obrigado pelo maravilhoso almoço!

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111- SPFW 2009 & Animale

O processo criativo de um projeto cenográfico desde sua sementinha até seus frutos, passa por muitas mãos habilidosas.

É pensado dentro do cérebro, rabiscado em folhas brancas, escaneado, impresso, discutido, modelado em 3d, iluminado, construído, produzido, montado, pintado, transportado…
Envolve centenas de pessoas, atinge milhares…

Fazer parte desse processo faz bem pro peito.

Nem sempre temos oportunidade de compararmos o produto final ao nosso trabalho digital.
Quando temos, agarramos a oportunidade com as duas mãos.

Assim, acabei dia desses lá na SPFW pra visitar três espaços produzidos pela Criacittá: Oi, Havaianas e TAM.

Não consegui ver o espaço Havaianas, mas sapecamos por Oi, com direito a drinks e fotos da imensa estante de vidros cheios de brasilidade. (Lembro-me de ficar caçando texturas de pimentas e sementes brasileiras pra ilustrar o layout)…
Acabei até sendo fotografado no backdrop da Oi Fm.

O evento em si estava maravilhoso como sempre. Já havia trabalhado na SPFW na época que eu estagiava na Casio. Patrocinamos Carlota Joaquina.
Dessa vez fomos pela Criacittá.

Rapidamente encontramos o espaço TAM.
Nossa fada madrinha liberou VIPs e entramos todos naquele universo incrível.

O espaço TAM estava impecável.
Nem quem viu o projeto no papel não acreditava nos que os olhos mostravam.

De cara, ao entrar, já vi o Wado (chefe do nosso departamento) em todas as Lcds.
Ele era o apresentador do programa que a TAM preparou sobre artesanato do Brasil.

O Projeto TAM já nasceu promissor.
Nem bem tinha cara e já tinha brilho próprio.

Wado viajou durante dez dias para os principais destinos do país para buscar referências e obras do artesanato nacional.
De Belém do Pará à Olinda, ele coletou, pesquisou, fotografou e adquiriu a essência cultural de um Brasil colorido e criativo.
Quando regressou à empresa, trouxe consigo muitas fotos, histórias e obras de arte.

Ver tudo aquilo foi fundamental para que toda o processo criativo fosse único e muito verdadeiro.

Da logotipia inspirada na literatura de cordel ao sabor colorido de quitutes irresistíveis e originais preparados pela chef Ana Trajano… Da artesã Lili Castro que, dia a dia, bordou um vestido de festa do estilista Lino Viallaventura…
Estar ali, misturado aquelas cores e sabores, junto com amigos, chefes e fashionistas foi sem dúvida inesquecível.

O brinde da TAM foi o mais bacana de todos: uma dessas garrafinhas decoradas com areia colorida.

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Isadora, a nossa estilista da casa, conseguiu pra mim entrada para o desfile da Animale.
Não foi fácil entrar no desfile.
A entrada que a Isa havia me dado era diferente das entradas das outras pessoas na fila…

Eu perguntava para os seguranças o porquê da minha entrada ser diferente das demais e eles me mandavam ir conversar com assessoria.
Quando eu encontrava o pessoal da assessoria, eles me mandavam conversar com os seguranças…
Falei com Deus e o mundo da Animale, e todos não quiseram nem saber como eu tinha conseguido uma entrada diferente.
Cheguei quase a desistir de tentar entrar, mas já que estava por ali…

E foi assim, do nada, que uma senhora da fila olhou pra mim e me deu um ingresso válido!

O resto da história pode ser conferido nas fotos que tirei.

Juro que tentei encontrar a senhora caridosa. Precisava agradecê-la… Mas já não mais lembrava da fisionomia dela. Eram todas muito fashion…

O desfile foi animal.
Por mais muvuca que seja a experiência, na hora que as luzes se apagaram e a música começa a tocar, o coração sempre bate mais forte.
É bacana ver as meninas desfilando.
A coleção da Animale desfilou futurista, com cortes bacanas, armaduras redondas.

Por mais distante que seja viver esse universo, é interessante fazer parte dele, mesmo que por alguns instantes.
Definitivamente dá vontade de fazer moda.

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85- Skol Beats 2008

Esvaziei minha carteira.
Apanhei a câmera e encapei-a com o couro da dita cuja.
O volume resultante poderia ser mal interpretado. Mesmo assim, eu deveria arriscar.

Guardei os ingressos no bolso interno do agasalho.
Apanhei boné, alguns graúdos, certos documentos, meu protetor labial, algumas balas… Nada pra pesar muito…

Refresquei desodorante pelo corpo todo.
Borrifei perfume nas partes corretas…

Calcei um tênis confortavelmente colorido e deixei minha casa exatamente ao som das doze badaladas.

A balada prometia…

Encontrei um Mr. Ber pontualmente perdido e ansioso.
O guri estava mais elétrico do que eu.

Chegamos minutos depois ao Inferno Eletrônico.

A festa pipocava de longe. Dava pra sentir a vibe.
Os ingressos escorregavam da mão! Davam choque.

Adentrar o Skol Beats 2008 foi uma experiência única.
Todo o trabalho de três meses de Cria estavam ali, transformados, colados, amarrados, encantados…

Nem bem entrei e não pude me conter. Já estava em transe profundo.

Lá estava o palco. As testeiras. Os vetores…

Aquilo que havia começado com um simples puxãozinho de mouse havia se transformado em algo grandioso…

Nem bem entramos e já conhecemos duas japinhas graciosas que nos acompanharam até o outro lado da festa.

As minhas testeiras!
Caixa, bilheteria, bar! Hehehe… Tava tudo ali…

Quantas refações até chegar a esse ponto!
Incrível o poder que isso tem. Não dá pra explicar direito.
É um orgulho grande demais.

Até então eu nem havia percebido a qualidade do som. Tava completamente nas nuvens…

Fui voltando aos poucos à realidade.
Cada vez mais, sentia-me envolvido por aquela atmosfera de batuques e batidas.

Aquele som poderoso parecia sair de dentro da gente. Vibrava cada célula.

Claro que encontrei o querido Shorney e a querida Eli. Figuríssimas da Criacittá.

Foi um barato, pois juntou todo mundo e a gente foi conhecer todos os lugares da festa.

Até então, parecia que eu estava vivendo um sonho e que tudo aquilo lá era coisa da minha cabeça…
Bastou o Shorney me cumprimentar para que eu caisse na real e compreendesse o quanto aquilo tudo seria importante para mim…

A partir daí, nos divertimos demais.

Encontrei os diretores de arte da Cria… Vilkas, Interlandi…

E só então caímos na dança.

As tendas e os espaços estavam perfeitos.

Incrível como a realidade se aproximou da nossa arte final.
Lembro-me bem desse projeto montado em prancha rígida a caminho do cliente.
O trabalho do 3D, a iluminação…

Às vezes, um projeto quando ganha vida, torna-se muito diferente do que ele era no papel.
Esse não.

Dançamos tanto que acabamos nos perdendo do Shorney e da Eli.
As japinhas se despediram e todos partimos para caminhos diferentes.

Fomos entrando em todas as tendas. Dançando um pouquinho em cada uma.
Assistimos o incrível show ao ar livre do Digitalism. Puta merda! Que experiência sonora esmagadora! A qualidade do som no palco estava maravilhosa.

O bacana era que dava pra dançar do jeito que vc quisesse.
Havia muito espaço.
Eu e o Mr. Ber literalmente nos esbaldamos…

O frio ajudou demais.
Não choveu uma gota…
E pensar que o dia estava completamente fechado horas antes…

Dançávamos na pista, dançávamos a caminho de outra tenda…
Dançávamos andando, dançávamos sentados…

Dançamos no meio do sambódromo, no canto do palco…

Só fomos sentir necessidade de forrar o estômago no meio da madrugada.
Aquela pizza caiu muito bem. Aquelas senhoras também… Bernardo fez minha propaganda direitinho… Hahaha…

O frio estava impecável.
Se parássemos de dançar, ele nos abraçava.
O jeito era mexer o corpo…

Assim ficamos por horas.
Quando cansávamos, batíamos algumas fotos, passeávamos pela multidão… A regra era criar lembranças alegres e aproveitar a noite como uma criança…

Tive uma surpresa quando fui tirar água do joelho.
Como pude esquecer os meus pictogramas no espelho e portas do sanitário Axe?
Lá estavam os adesivos das menininhas peitudas escalando uma cordinha pra chegar ao seu macho perfumado… Hahaha…

A manhã já estava batendo a nossa porta.
Trouxe consigo mais magia. A magia que deixa as pessoas em câmera lenta.

Resolvemos dançar até o dia clarear.

Foi absurdamente fantástico.

Cruzamos o sambódromo enquanto o sol nascia e rasgava as nuvens.

As pessoas que passavam por nós eram tão interessantes que resolvemos sentar um pouco e contemplá-las.

Ficamos meio jogados num canto e finalmente a cansaço nos dominou.
Tentamos nos levantar várias vezes, mas estávamos tão grogues que ficamos um pouco mais.

Apoiamo-nos um no outro e percorremos alguns metros até sentir a força voltar.
Fizemos então um registro em vídeo bem interessante – que vai demorar um pouco pra ser editado e divulgado aqui – e seguimos dançando mais um pouco, livres, malucos, desequilibrados e um pouco mortos…

A cada passo que dávamos, mais claro o dia ficava.
Aquela luz agredia a retina.

Como morcegos, procuramos proteção na escuridão.
Não havia escuridão.


Registrei tudo até chegarmos ao pórtico.
O som da batida eletrônica ainda podia ser identificado.

Desmaiamos dentro de um ônibus rodoviário com cadeiras confortáveis.
Uma pena a viagem até o Metrô Tietê ser tão curta.

No fim, Mr. Ber acabou vindo até a Parada Inglesa.

Cheguei em casa meio zumbi, meio surdo, meio cego…
Mas eu ainda estava perfumado. Hehehe…

Afundei na minha cama macia num único mergulho e só acordei às 15hs.

Acordei com voltade de voltar.
Olhei as fotos, compilei os pensamentos e mais uma vez comprovei como sou sortudo.

Ps1: Agradecimento especial para meus chefes e supervisores na Criacittá que permitiram minha participação nesse projeto;
Ps2: Agradecimento mais que especial à menina bonita que eu conheci há pouco tempo e que parece irmã de outras vidas;
Ps3: Agradecimento infinito para o manézinho da ilha de Florianópolis. A simples presença desse guri faz com que qualquer momento seja inesquecível.


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Ps4: Feliz Aniversário, Mr. Ber! Tu és o cara!

Que. Festa.

Mil tendas, milhões de pessoas, bilhões de luzes!
Cada um com seu estilo, seu jeito e sua maneira atuando nas mais variadas formas e se divertindo num espaço enorme preenchido na sua maioria por… outras pessoas!
Incrível. Pegar o final do show do Justice, conhecer Pendulum e curtir o show do Digitalism INTEIRO dançando foi incomparável, descritível por apenas uma palavra: Intensidade.

Mas… Mais do que a balada, mais do que a festa que foi, mais do que a noitada dançando nonstop, o mais incrível foi a companhia. O inseparável quase-irmão que me possibilitou a ida e me garantiu a diversão pela noite inteira. Sem ele, não seria de perto possível ter me divertido tanto, ou mesmo ter agüentado a madrugada e o dia seguinte inteiro. Por mais que pareça bobo, sem ver o ânimo incrível desse adolescente de 32 anos (cof, cof), eu não teria agüentado passar aquele tempo todo sem parar de me mexer. Isso sem dúvida foi o melhor, poder ver que do seu lado tem alguém que sente o mesmo e está se divertindo tanto quanto você!

Obrigado, João! *heart*

Ber

From Fotolog

83- Velha Cria

Saudades…
Com certeza esse foi um dos lugares mais bacanas em que eu já trabalhei!

Não, não! Não entendam errado!
Ainda estou trampando na Criacittá… e trampando muito…
Só mudamos de endereço!

Trampar com o que a gente gosta são realmente outros quinhentos.
O dia voa, a gente se diverte…
Sem dúvida alguma, trampar num lugar assim é quase como entrar numa nova faculdade. A faculdade da vida…
É se rodear de professores, de professores amigos…

É d+ e eu estou amando tudo isso.

Claro que há pressão, momentos tensos e um volume inacreditável de trabalho, mas isso não impera.
A deliciosa sensação de se envolver com um puta projeto bacana – pois a Criacittá só tem clientes fodásticos – é, além de um fantástico portifólio, uma rotina excitante.

O dia na Aclimação começava bem quente.
O sol já lavava de luz o portão de entrada daquele sítio. A Criacittá da Aclimação tinha cara e tamanho de um grande sítio, com galpões e largas ruas.

No último dia da gente lá, resolvi registrar um pouquinho do que era trampar naqueles galpões…
Era gostoso…

Quando entrei na Cria pela primeira vez, tive a sensação de estar entrando num lugar incrível.

Se existia algo que tínhamos de sobra na Velha Cria, esse algo era espaço.

Cada um no seu quadrado!

Marcenaria no galpão de Marcenaria.

Os verdadeiros artistas:

Pintura no galpão de Pintura…

Isso fazia com que a Criação ficasse lá nos céus…

A gente elevava o espírito todas as manhãs…
Só descíamos para a Terra na hora do almoço e na hora de ir embora…

De tarde, o sol poente encantava as paredes altas do lado de fora da Criação… A gente lá dentro tinha sempre um espetáculo de luzes quando abria aquela porta.

Na parte detrás da Criação tínhamos um solarium…

Hehehe… Na verdade era uma laje bem gostosinha, onde os fumantes iam fumar seus cigarros e os não fumantes iam fazer uma horinha…

De lá, dava pra se ter uma idéia do quão grande aquele sítio era.

A Criação é o coração da empresa.
Fornecemos a matéria criativa que impulsiona todos os outros departamentos.

Minha mesa e meus apetrechos:

Somos todos malucos, é inegável dizer.
Produzimos o dia todo, mas brincamos sempre!

Somos divididos em DAs (diretores de arte e arquitetos que trampam com o Auto Cad), 3Ds (editores, modeladores e iluminadores que trampam com o 3D Studio Max) e 2Ds (os que trampam com Corel Draw, Illustrator e Photoshop)…
Geralmente o chefe do nosso departamento + os DAs fazem um reunião com os outros departamentos da empresa. Então, os DAs fazem reuniões secundárias com o 3D e o 2D.
O 2D cria a textura que o 3D vai usar pra aplicar no projeto… E a simbiose vai se repetindo…

O chefe do nosso departamento é o Mr. Vado.
Ele deve ter o cérebro do Marvin, o robô do Guia do Mochileiro das Galáxias, porque o cara tem o dom.
Por mais que eu diga que ele é incrível, ainda assim não vou conseguir ser justo o bastante.
Além de incrível, fashion e brilhante, o cara é de uma simpatia tamanha.
Puxasaquismos a parte, basta apenas dizer que ele é o cara! É unânime!

A equipe do 2D é pequenina, mas sempre dá conta do recado.

Os 3D são numerosos e estão sempre esperando textura. Eles adoram dizer que temos um D a menos…

O nosso chefe dentro do 2D é o Shorney, meu xará.
O cara é criativo até quando não quer ser criativo.
Grande professor, gigantesco coração, divertido durante todo o expediente, até quando está atolado de trampo…
Sempre solta uma pérola quando menos esperamos…
É o que, junto com nosso amigo Interlandi, compôe os melhores jingles para animar as nossas tardes…
É o que sempre soluça, é o que sempre está cantando, é aquele que tem um brilho próprio, é aquele que compartilha…
É o coração do 2D… Meu amigo.

Temos também no 2D o Super Esfih@ e o Mr. Crow, mestres do Photoshop.
Ficar ao lado deles é como fazer um curso de Photoshop 24hs por dia.
Como se não fosse suficiente, além de ótimos professores, são grandes amigos e valem ouro.
O que os dois tem em comum é a paciência para comigo e uma calma incomensurável.
Além de companheiros absolutos nas brincadeiras e besteiras do dia.

Somos 4, mas somos bem unidos. Isso é muito bacana!

Os malucos do 3D apesar de viverem nos cobrando texturas são bonzinhos também… Vivem falando de jogos e de Direct X, ou de quanto tempo demora pra render uma imagem no Windows 64 Bits, de como o Vista é instável… Hehehe… Nerds total! Mas são todos bonzinhos e grandes professores…

O Alvinho é o velho mais novo da turma. Ele já trampou na Cria no começo dos tempos e agora veio se juntar ao time 3D.
Ele é um dos tantos cariocas da empresa… Na Cria tem bastante gente do Rio.
Mestre da modelagem ginecológica e por bastante tempo professor de 3D, é mestre no que faz e sempre ajuda todo mundo com grandes dicas.
Adora acompanhar o Shorney nas suas canções e jingles. É o maluco mais maluco do 3D e gente finíssima.

O Joe é o mais educado do pedaço!
Outro gigantesco professor de 3D! Dá aula lá naquela famosa escola da Santa Cruz.
Não dá pra não gostar do Joe à primeira vista. E a amizade com ele é sempre progressiva.
AMIGÃO com Caps Lock…
Devorador das famosas pizzas de chocolate que pedíamos nas madrugadas de trabalho.
Ele só tem um defeito, ou melhor, um detalhe: “Jamais dê comida pra ele depois da meia-noite!”…
Ele é quase um Gremlin.

O Ernani é o paizão coruja da turma. Ele é o mais compenetrado da galera, mas quando começa a rir, ninguém consegue pará-lo!
Ele + o Joe são os mestres Jedi da iluminação.

O Edílio é o nosso filósofo!
Sabe discutir pensamentos e seus acréscimos são fundamentais para que o nível de uma conversa seja alto.
Campeão em comer pastéis na feira de Quarta-feira.
Só não é perfeito porque joga Warcraft. Hehehe…

O Edu é o maior barato!
Passa o dia inteiro rindo e nos ensinando inglês.
Está sempre com bom humor e é o que mais me cobra texturas…
Ele adora botar o ar condicionado no talo pra gelar os caras do 2D…
Sua marca registrada é seu capacete!

O Marcelo é o nosso caipira preferido.
Ele com seu cabelinho de rapunzel e seu sotaque forte tiram a concentração do nosso pobre Shorney.
O guri é pentelho, mas no fundo no fundo sabe que é querido por todos… Ou não… Hahaha…
Não tem a menina dos olhos? Pois é, ele é o menino dos cabelos!

A Val é minha companheira.
Estourada, nervosa, bocuda e por isso irresistível.
Nos damos muiiiiiiiiiito bem.
Companheira de almoço, minha professora de 3D, minha puxadora oficial de orelha…
Guitarrista, adoradora de Lost, de Azumanga…
Ela anda sempre com seu PSP, adora baixar filmes e jogos… Grava-me quase todos os programas que eu preciso…
É a que sempre tem algo legal pra me passar via Pen Drive… Trocamos altas figurinhas…
A única representante feminina nessa equipe machista que são os 3D!
Girl Power!

Tem o Reggae Man Sussa!
Com o Sussa tudo tá sempre sussa!
Ele me lembra aquele Tartaruga Pai do filme do Nemo!
Æ, irmão!

Mais um carioca querido.
Filipe salve salve!
O DA mais alegre do pedaço.
O Filipe é aquele cara que conquista todo mundo com seu jeito verdadeiro de ser.
É o maior culpado por deixar o ambiente descontraído.
Suas frases são as que mais arrancam gargalhadas da galera. É o querido mór!

Não dá pra esquecer a Leikaloka, que além de louca é fashion e gosta do Pizzicato Five.
A Leika é tão louca tão louca que superou todos os loucos que eu já conheci até hoje!
Vive gargalhando o dia inteiro… Adora botar musiquinhas doidas pra gente ouvir…
Tem dias que vem vestida com o vestidinho da Minnie, tem dias que vem com roupas futuristas… Independente do seu guarda-roupas, a guria tem estilo e enche os olhos.
Fotógrafa de mão cheia, adora encher a mão de bolinhas gelatinosas pra atirar na galera. Na verdade, algo sempre está voando da sua mão para nossas cabeças.
É a rainha das brincadeiras e tem incorporada em si, os espíritos de mil crianças japonesas!
É a nossa mascote.

Grande Fernando 3D! O cara dos filmes, dos quadrinhos e dos heróis.
Dono de um bom gosto singular.
É o que tem o toque de celular mais discreto da turma: uma rave inteira dentro do aparelhinho!

Interlandi! O mais insano do pedaço!
Seu humor negro é absurdo! Suas facadas são irresistíveis.
Indecifrável… Absoluto!
Do alto da sua torre, observa seus súditos 3D com olhos de corvo!
Figuraça!

Tem também o arquiteto Vilkas, o nosso caríssimo professor de história e o Claudião, nosso inquestionável mestre salve salve!

Renatinha cheia de charme e Tati carioca que não quebra o barraco.

A Eli é admirável não só pela sua graça, mas principalmente por ser firme e profissional sem precisar abrir mão da sua delicadeza.
Fora que ela sabe que eu adoro os termos arquitetônicos que ela usa quando me passa um projeto…
É a que sempre me oferece caronas e que garante boa conversa o trajeto inteiro.
Grande arquiteta, cheia de boas idéias… Adoro trabalhar com ela e ela sabe disso.
Namoradíssima do Shorney. Os dois são perfeitos juntos!

Já a Paulinha carioca exala um pouco da ginga irresistível da garota de ipanema.
Talvez seja aquele sotaque hipnótico que me tira do sério… Hehehe…
Talvez seja essa segurança que ela me passa ou seu jeito descontraído de ser…
Whatever, a Paulinha é aquela carioca que a gente fica imitando o dia todo…
O bacana é que ela é a mestra da paciência, ela entra na nossa brincadeira e se diverte junto!

Uma coisa é certa: estou rodeado por pessoas notáveis, talentosas, agradáveis e especiais.
Cada dia ao lado dessas pessoas é um dia de aula. Um dia como aluno, outro como professor.

Assim os dias vão seguindo, os meses vão passando e quando a gente vê, já se passou o período de experiência…

E isso continuará na Nova Cria se Deus quiser…