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167- Meus Queridos

Meus queridos da Criacittá.

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165- Primeiros Cliques

Primeiros cliques fotográficos com a deliciosa H20.
Enquanto a oportunidade real não chega, a gente vai treinando como pode.

– Horas extras na Cria;
– Mascotinhos do meu pai;
– EVA (presente do querido Junin);
– Bagunça debaixo da minha cama;
– Metrô Parada Inglesa;
– Prédio da Micheli;
– Detalhe da viradinha da Tomé Portes;
– Entrada da ladeira da Tomé Portes (caminho diário);
– Horizonte do meu bairro visto da plataforma do Metrô;
– Manhã bonita;
– Zoom in Action (Sesc Santana com o Edifício do Banespa ao fundo);
– Avenida Luís Dummont Villares;
– Metrô chegando do Jardim São Paulo;
– Entrando no subterrâneo;
– Êpa, foi sem querer!
– Avenida Paulista (saindo na Trianon);
– SESI FIESP encapado de Brasil;
– Domingo de sol na Paulista;
– Caos urbano num sol de matar;
– Cidade apressada;
– Jú pesquisando albergues.

141- SPFW JUN 09

Nunca é fácil conseguir entradas VIP para a SPFW.

O meu lema é ir até lá!
Margear as redondezas.
Pescaria da boa.

Algo bom sempre acontece comigo ali.

Jamais voltei pra casa sem boas histórias pra contar.
Com essa edição não foi diferente.

Saímos da Criacittá direto pro pavilhão.

SPFW-JUN-01

Encontrar o pavilhão da bienal todo fashion dá sempre um friozinho na barriga.
A gente nunca sabe direito o que esperar de uma SPFW.
Por mais que o meu ramo lá dentro seja o marketing cenográfico, eu amo todas essas intervenções artísticas que acontecem nesse evento.
A moda é a desculpa perfeita para fazer o melhor tipo de arte.

Passion-01

Nem bem subimos a rampa e a paixão pulsou vermelha na nossa frente.

Passion-02

Tentei encontrar os marinheiros tatuadores para gravar essa linda recordação no meu braço, mas eles deviam estar ocupados em algum outro canto.
Gravamos a recordação do jeito que pudemos.

Passion-micha

Passion-john

passion-ju

Estávamos procurando o Lounge da Tam quando vejo algo impressionante.

Nesse momento deu um orgulho tão grande de fazer parte da família Criacittá.
A ousadia, o movimento, a luz e as cores…
Tudo fez sentido.

projecao-sem-projecao

A onda colorida tingiu o espetacular painél de 600 pares de sandálias que formavam uma imensa Havaianas.
Nessa hora a gente sente um orgulho invadir cada pedacinho do nosso corpo.

Uma idéia.
Várias mãos envolvidas.
Uma sensação indescritível ver o produto final.

projecao-01

As sandálias pareciam ter alma.
Elas dançavam sem sair do lugar.

projecao-02

É maluco demais vc ter tido esse projeto na tela do seu computador.
Por mais que seja um processo de muitas mãos, passou pela sua.
Num dia estava na tela do meu computador, no outro atrás de mim como background para a foto!

projecao-joao

Olha as texturas que a Manu tanto mexeu, recortou, coloriu e pintou:

projecao-manu

Nem a Micha resistiu ao encanto desse painél.

As pessoas paravam deslumbradas tentando compreender a interação, a construção.
Até a gente que sabia como a coisa funcionava ficava de boca aberta.

projecao-micha

Então, adentramos o Lounge Tam.
Mon Dieu.
O Wado havia se superado mais uma vez.

tam

A alegria não dava pra ser evitada. Vazava pelo nosso sorriso.

tam-creditos

Reflexès.
Concebido como tributo ao Centro de Artes Georges Pompidou.
Remete a uma Paris moderna e abriga uma exposição de várias Torres Eiffel e imagens do Cristo Redentor de madeira pintadas por personalidades brasileiras e francesas que expressam a paixão entre Brasil e França.

Reflexes

Grande time:

Reflexes-Nos

O segundo Cristo mais bonito do espaço:

cristo-ive

O mais bonito era o do Wado.
Dava gosto de ver o chefe, na correria do seu dia a dia, entre suas mil reuniões, sentado em sua mesa decorando seu Cristo.
Vários pedaços cortantes de vidro ganhavam forma, pistolinha de cola quente na mão, correndo contra o tempo…

Por mais fenomenal que seja o trabalho que a Cria faz para os seus clientes. O diferencial do nosso trampo está exatamente nessa maneira de fazer as coisas com carinho.
Por mais empresarial que seja o processo, tem muito coração, muito sangue e muito espírito de família misturados a esse profissionalismo.
Acho que esse é o segredo. O ingrediente extra para tanto sucesso.

cristo-wado

Figurinos da Isa:

isa-figurinos

Nos divertimos!

linguarudo

Little Sis…

irmana

Era hora de curtir, rir e admirar o trabalho feito.
Superação! Sofisticação! Impecabilidade!

todo-mundo

Pegaram-me “dis costas”. Conheço alguém que vai gostar do meu pescoção! Hehehe…

des-costas

O clima estava delicioso. Pessoas animadas, ótima paisagem, comida e bebida a vontade e essa turminha nota dez da cria…

tam-tres-mosqueteiros

Nessa hora do show, eu fiquei mais vermelho que as paredes do lounge…

cabare

Acho que alguém virou fã de SPFW.

irma-rosas

Mas também não é pra menos.
Ser VIP é bacana demais.

tam-manu-e-filipe

Beautiful Sis.

little-sister

Bah, todo mundo feliz!
Não há preço que pague essa sensação de trabalho bem feito.

hall

Equipe talentosa! A gente faz direito até com venda nos olhos!

mask

Micha poser.

mirror-micha

Na hora de ir embora, a Mel conseguiu VIPs pro Lounge da Isto É Gente!

champagne

Gente, como a gente causou ali!

paris

Até beijo do Filipe eu ganhei!

kiss

Porque “We Don´t Need Another Hero”…

we-dont-need

We are f…

129- sPEcialPEople

leikaland

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cria-refeicoes

cria-micha

cria-joao

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casorio-jen

casorio-jao

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caminhada-cria-mau

caminhada-cria-manu

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Pessoas especiais.
Pessoas espaciais.

Ora estão por perto.
Ora estão bem bem longe.

Algumas aparecem no caminho da gente, assim, caindo lá de cima.

Anjos e anjas que descem do céu para fazer nossa vida mais colorida, mais cheia de bossa.

Pessoas tão diferentes entre si, tão especiais.

Aquela pessoa do sorriso branco que fala com as mãos.
Aquela pessoa meiga que atingiu seu maior objetivo.
A avoada, a atenciosa.
A com estilo, a básica.
A pessoa mais criativa, a mais bagunceira.
A pessoa que mora aqui ao lado, a que mora do outro lado.

A que vem me visitar sempre.
A que me leva pra andar de carro.

Aquela que acabou de entrar na minha vida.
Aquela que acabou de entrar no meu coração.

As novas, as velhas.
As iluminadas.
As encantadas.

As que falo pouco, as que falam bastante.
As que admiro, as que me admiram.

Sou nostalgico, vivo do passado, mas não há como negar que essa é a melhor fase da minha vida.

Sou um fdp sortudo. Meus amigos sempre são os melhores!

Obrigado a todos vcs.

128- No Japa da Vila Leopoldina

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Quem gosta de Lamen?

sushi

Quem gosta de sushi?

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Guioza fresquinho… Hum, que delícia!

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Às vezes lá na Cria, juntamo-nos todos e esticamos alguns minutos a mais na hora do almoço para ir até o Japa da Vila Leopoldina.

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É uma bagunça que só!

Aninha

Comida na boquinha… Hehehe…

Isadora

Almoçar com essas figurinhas é uma das grandes partes do meu dia na Cria.

O duro é afastar o sono depois.
O processador gasta toda a memória ram em digestão, a gente fica lerdo lerdo…

Ps: Isa, obrigado pelo maravilhoso almoço!

119- Camarote Bar Brahma 2009

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c-pegacao

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f-avenida

g-bebinhos

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i-varios

j-joao-e-eli

l-fachada

m-edificios

n-guarda-chuvas

o-alimentacao

p-absolut-bar

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Sim sim, temos os jobs mais legais do Brasil e nos orgulhamos disso.

Foi muito bacana quando nós da equipe de criação da Criacittá soubemos do conceito “I Love SP” para o Camarote Bar Brahma 2009.
O entusiamo do chefe, dos diretores de arte, arquitetos, designers e criativos em geral foi tão explosivo que as criações pipocaram na mesma hora.

É sempre muito bacana ouvir o Wado passar as primeiríssimas informações sobre o novo projeto.
O Wado é o nosso chefe. Ele é o que tem a visão do todo, é o que fala com as mãos, cheio de idéias na cabeça… A sua empolgação é altamente contagiosa…
A partir do Wado, os diretores de arte (arquitetos em sua maioria) estudam a planta local, fundem neurônios e sobem o Cad que será usado por todos. Ao mesmo tempo que isso acontece, nós, editores 2d (designers em geral) começamos a pincelar estudos de todas as artes e gerar as texturas necessárias para a equipe dos editores 3d (os famosos modeladores)…

Há muito mais gente envolvida, atendimento, orçamento, execução, produção… Mas falar disso já são outros quinhentos…

Da idéia mágica do Oliva em representar a cidade da garoa com vários guarda-chuvas e neons pendurados no teto ao fantástico logo de paetês dourados do Shorney…
Tudo o que produzíamos estava cheio desse orgulho de ser paulistano, desse resgate aos valores urbanos esquecidos, desse amor à terra da garoa.

Naquele dia, soube que teria que desenhar muitos ícones da arquitetura paulistana.
Desenhei Masp, Empurra-Empurra, Catedral da Sé, Obelisco, Oca… um mundarel de edifícios caóticos… Mercado Municipal, fachada do Teatro Municipal…

Não é fácil acertar de primeira.
Muita coisa vai se aperfeiçoando, se modificando…`
À medida que nosso atendimento apresenta as primeiras idéias ao cliente, tudo se transforma.

Às vezes, há algumas refações.
Trampar com criatividade é excitante e estressante, mas nossa equipe é fera no que faz.

A cada vez que alteramos alguma coisa, é visível ver o quanto o projeto vai evoluindo.
Acho que esse é o segredo do resultado final ser tão bom.

Fazemos tantas coisas legais no nosso dia a dia na Cria, que eu acabei esquecendo do Camarote.
Só fui lembrar dele quando fui convidado para ir até lá apreciar o resultado do nosso trabalho em equipe.

Tava gripado, era uma sexta-feira. A festa seria para prestigiar as escolas campeãs.

Não dava pra perder essa.
Não sou fã de Carnaval, nunca fui.
Sempre fui daqueles que fugia de qualquer manifestação carnavalesca, mas vá lá, precisava conferir o resultado desse trabalho especial, que mexeu com o coração de tantos…

Foi então que recebemos o kit.
A partir daquele instante, eu já podia me considerar um folião.
O entusiamo invadiu o corpo todo. Foi só tocar aquela sacolinha mágica e ir descobrindo tudo o que ela continha.

Cheguei por volta da meia-noite.
Desinformado, ainda procurava a entrada do Aeroclube de São Paulo.

Já gostei de cara.
A festa começava com um super jantar do outro lado do Anhembi.
De lá, tomávamos o translado até o camarote, que ficava ao lado da Marginal do Rio Tietê.

Não dava pra se sentir mais VIP.
Eu ainda demoraria pra encontrar a turma do trampo, mas nem por isso estava me divertindo menos.

Chegar à entrada do camarote foi bem especial.
Ver tudo aquilo que produzimos vivo, brilhando, funcionando de verdade… As pessoas interagindo com o ambiente, indo e vindo, música, flashes, luzes, movimento… Puxa, é bacana demais.

Não dava pra acreditar. É realmente uma sensação que é até injusto tentar explicar. Não há palavras pra expressar o orgulho que é, a felicidade que dá.
A gente começa a lembrar da Leika escolhendo quais imagens vão entrar no túnel do Aeroporto, ou da fonte que o Shorney definiu para usar nos totens…
O logo dourado brilhava formoso em todos os cantos, o logo que o Shorney criou com tanta maestria estava no peito de cada folião.

Os edifícios caóticos estavam lá. Ficaram lindos! Coloridos! Circulavam o espaço principal.
O Absolut Bar ficou igualzinho a versão do 3D! Ahhhhhh, os neons ficaram lindos também!

A fachada do Teatro Municipal. Mil pontos para a nossa execução!

São Paulo estava lá representada de forma poética.
O bom gosto estava em todos os cantos dos 2.500 metros quadrados do camarote.
Dava pra sentir a aprovação nos olhares dos VIPs.

A fonte que o Esfiha ajudou a espirrar água estava linda! Hahaha…

A Praça de Alimentação estava irresistível.
Os vitrais do Mercado Municipal, os aéreos, as barracas de frutas…

O tratamento era tão VIP… Havia tanta fartura, tanta comida, tanta bebida.

Ele haviam trazido aqueles sandubas de mortadela!!! Grupo Bertin, Pizzeria 1900, Hocca Bar, Piraquê, Rei do Mate, Kibon, Sadia, Leco…
Tomei tanto chá e tanto suco, comi tanto churrasquinho!

Foi quando eu fui comer umas frutinhas e tomar uma H2O que encontrei a Eli e o Shorney.
Æ encontrei todo mundo.

Foi aquela festa. Aquela alegria.
Puta qui la merda, que festa!

Adorei.
Adorei mesmo.

Esqueci da gripe, da tosse de cachorro que eu estava, da dor no corpo, da dor de cabeça.
Pulei que nem uma peteca na pista de dança. Dancei e me esbaldei.
Tinha prometido pra mim mesmo que uma da manhã voltaria pra casa, tava cheio de curso no sábado…
Que nada!
Só fui sair de lá às sete da manhã. Ainda voltei pro Aeroclube pra tomar o café da manhã…
Tá certo que foi só um Toddynho, mas ver o dia amanhecer com aqueles aeroplanos ao fundo foi mágico.

Como é bom ser VIP.

Pela primeira vez na vida posso encher a boca e dizer que meu Carnaval foi excelente!

111- SPFW 2009 & Animale

O processo criativo de um projeto cenográfico desde sua sementinha até seus frutos, passa por muitas mãos habilidosas.

É pensado dentro do cérebro, rabiscado em folhas brancas, escaneado, impresso, discutido, modelado em 3d, iluminado, construído, produzido, montado, pintado, transportado…
Envolve centenas de pessoas, atinge milhares…

Fazer parte desse processo faz bem pro peito.

Nem sempre temos oportunidade de compararmos o produto final ao nosso trabalho digital.
Quando temos, agarramos a oportunidade com as duas mãos.

Assim, acabei dia desses lá na SPFW pra visitar três espaços produzidos pela Criacittá: Oi, Havaianas e TAM.

Não consegui ver o espaço Havaianas, mas sapecamos por Oi, com direito a drinks e fotos da imensa estante de vidros cheios de brasilidade. (Lembro-me de ficar caçando texturas de pimentas e sementes brasileiras pra ilustrar o layout)…
Acabei até sendo fotografado no backdrop da Oi Fm.

O evento em si estava maravilhoso como sempre. Já havia trabalhado na SPFW na época que eu estagiava na Casio. Patrocinamos Carlota Joaquina.
Dessa vez fomos pela Criacittá.

Rapidamente encontramos o espaço TAM.
Nossa fada madrinha liberou VIPs e entramos todos naquele universo incrível.

O espaço TAM estava impecável.
Nem quem viu o projeto no papel não acreditava nos que os olhos mostravam.

De cara, ao entrar, já vi o Wado (chefe do nosso departamento) em todas as Lcds.
Ele era o apresentador do programa que a TAM preparou sobre artesanato do Brasil.

O Projeto TAM já nasceu promissor.
Nem bem tinha cara e já tinha brilho próprio.

Wado viajou durante dez dias para os principais destinos do país para buscar referências e obras do artesanato nacional.
De Belém do Pará à Olinda, ele coletou, pesquisou, fotografou e adquiriu a essência cultural de um Brasil colorido e criativo.
Quando regressou à empresa, trouxe consigo muitas fotos, histórias e obras de arte.

Ver tudo aquilo foi fundamental para que toda o processo criativo fosse único e muito verdadeiro.

Da logotipia inspirada na literatura de cordel ao sabor colorido de quitutes irresistíveis e originais preparados pela chef Ana Trajano… Da artesã Lili Castro que, dia a dia, bordou um vestido de festa do estilista Lino Viallaventura…
Estar ali, misturado aquelas cores e sabores, junto com amigos, chefes e fashionistas foi sem dúvida inesquecível.

O brinde da TAM foi o mais bacana de todos: uma dessas garrafinhas decoradas com areia colorida.

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Isadora, a nossa estilista da casa, conseguiu pra mim entrada para o desfile da Animale.
Não foi fácil entrar no desfile.
A entrada que a Isa havia me dado era diferente das entradas das outras pessoas na fila…

Eu perguntava para os seguranças o porquê da minha entrada ser diferente das demais e eles me mandavam ir conversar com assessoria.
Quando eu encontrava o pessoal da assessoria, eles me mandavam conversar com os seguranças…
Falei com Deus e o mundo da Animale, e todos não quiseram nem saber como eu tinha conseguido uma entrada diferente.
Cheguei quase a desistir de tentar entrar, mas já que estava por ali…

E foi assim, do nada, que uma senhora da fila olhou pra mim e me deu um ingresso válido!

O resto da história pode ser conferido nas fotos que tirei.

Juro que tentei encontrar a senhora caridosa. Precisava agradecê-la… Mas já não mais lembrava da fisionomia dela. Eram todas muito fashion…

O desfile foi animal.
Por mais muvuca que seja a experiência, na hora que as luzes se apagaram e a música começa a tocar, o coração sempre bate mais forte.
É bacana ver as meninas desfilando.
A coleção da Animale desfilou futurista, com cortes bacanas, armaduras redondas.

Por mais distante que seja viver esse universo, é interessante fazer parte dele, mesmo que por alguns instantes.
Definitivamente dá vontade de fazer moda.

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107- Retrospectiva

Feliz Ano Novo, galera!
Tudo de bom no novo ano que se inicia.

E pra comemorar o velhinho ano de 2008 que já está quase acabando, alguns cliques perdidos e aleatórios.
Grandes momentos, inesquecíveis situações, amigos, amigos e mais amigos.

Que 2009 seja 2008 elevado à décima potência! Em todos os sentidos!
Feliz Ano Novo!
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Auditório do Anhembi, 100 Anos de Imigração, By Ber:

auditorium

Leika Land, irmã, grife e bazar:

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Boa Mesa, boa comida e ótima companhia:

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Nossos almoços malucos no Boa Mesa:

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Porque a hora do nosso almoço é sempre divertida:

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Presente de Ber: Club 8 no Sesc Vila Mariana – VIP

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Pra quem não ouviu o som dos caras, o último Zshare do ano: ***Download Mp3***

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Aventuras pelo hotel:

elevador

Encontrão 2008. Meus queridos:

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A secretária mais bonita do mundo:

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Dj Carioca:

filipe-dj

Esfiha sabor 2D:

filipe-esfiha

Penetra:

filipe-esfiha-carol

Fazendo o que sei fazer melhor:

filipe-fotografo

Noitada de amigos:

filipe-lorpaugutwad

Sorriso & Riso:

filipe-mau-dri

O casal nota mil:

filipe-shorney-eli

Doce traição:

filipe-shorney-taca

Pessoas fabulosas:

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Família Criacittá:

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Björk Boys At Fnac By Zazie:

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Grande companhia de 2008:

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The Patience Boy:

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Pelas ruas de Sampa City:

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Tennis Club:

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Workshop de Nô:

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____________________________

2008 foi um ano de crescimento.
Que 2009 seja um ano de iluminação.
É o meu desejo para todos que por aqui passarem.
Nos vemos em 2009!

85- Skol Beats 2008

Esvaziei minha carteira.
Apanhei a câmera e encapei-a com o couro da dita cuja.
O volume resultante poderia ser mal interpretado. Mesmo assim, eu deveria arriscar.

Guardei os ingressos no bolso interno do agasalho.
Apanhei boné, alguns graúdos, certos documentos, meu protetor labial, algumas balas… Nada pra pesar muito…

Refresquei desodorante pelo corpo todo.
Borrifei perfume nas partes corretas…

Calcei um tênis confortavelmente colorido e deixei minha casa exatamente ao som das doze badaladas.

A balada prometia…

Encontrei um Mr. Ber pontualmente perdido e ansioso.
O guri estava mais elétrico do que eu.

Chegamos minutos depois ao Inferno Eletrônico.

A festa pipocava de longe. Dava pra sentir a vibe.
Os ingressos escorregavam da mão! Davam choque.

Adentrar o Skol Beats 2008 foi uma experiência única.
Todo o trabalho de três meses de Cria estavam ali, transformados, colados, amarrados, encantados…

Nem bem entrei e não pude me conter. Já estava em transe profundo.

Lá estava o palco. As testeiras. Os vetores…

Aquilo que havia começado com um simples puxãozinho de mouse havia se transformado em algo grandioso…

Nem bem entramos e já conhecemos duas japinhas graciosas que nos acompanharam até o outro lado da festa.

As minhas testeiras!
Caixa, bilheteria, bar! Hehehe… Tava tudo ali…

Quantas refações até chegar a esse ponto!
Incrível o poder que isso tem. Não dá pra explicar direito.
É um orgulho grande demais.

Até então eu nem havia percebido a qualidade do som. Tava completamente nas nuvens…

Fui voltando aos poucos à realidade.
Cada vez mais, sentia-me envolvido por aquela atmosfera de batuques e batidas.

Aquele som poderoso parecia sair de dentro da gente. Vibrava cada célula.

Claro que encontrei o querido Shorney e a querida Eli. Figuríssimas da Criacittá.

Foi um barato, pois juntou todo mundo e a gente foi conhecer todos os lugares da festa.

Até então, parecia que eu estava vivendo um sonho e que tudo aquilo lá era coisa da minha cabeça…
Bastou o Shorney me cumprimentar para que eu caisse na real e compreendesse o quanto aquilo tudo seria importante para mim…

A partir daí, nos divertimos demais.

Encontrei os diretores de arte da Cria… Vilkas, Interlandi…

E só então caímos na dança.

As tendas e os espaços estavam perfeitos.

Incrível como a realidade se aproximou da nossa arte final.
Lembro-me bem desse projeto montado em prancha rígida a caminho do cliente.
O trabalho do 3D, a iluminação…

Às vezes, um projeto quando ganha vida, torna-se muito diferente do que ele era no papel.
Esse não.

Dançamos tanto que acabamos nos perdendo do Shorney e da Eli.
As japinhas se despediram e todos partimos para caminhos diferentes.

Fomos entrando em todas as tendas. Dançando um pouquinho em cada uma.
Assistimos o incrível show ao ar livre do Digitalism. Puta merda! Que experiência sonora esmagadora! A qualidade do som no palco estava maravilhosa.

O bacana era que dava pra dançar do jeito que vc quisesse.
Havia muito espaço.
Eu e o Mr. Ber literalmente nos esbaldamos…

O frio ajudou demais.
Não choveu uma gota…
E pensar que o dia estava completamente fechado horas antes…

Dançávamos na pista, dançávamos a caminho de outra tenda…
Dançávamos andando, dançávamos sentados…

Dançamos no meio do sambódromo, no canto do palco…

Só fomos sentir necessidade de forrar o estômago no meio da madrugada.
Aquela pizza caiu muito bem. Aquelas senhoras também… Bernardo fez minha propaganda direitinho… Hahaha…

O frio estava impecável.
Se parássemos de dançar, ele nos abraçava.
O jeito era mexer o corpo…

Assim ficamos por horas.
Quando cansávamos, batíamos algumas fotos, passeávamos pela multidão… A regra era criar lembranças alegres e aproveitar a noite como uma criança…

Tive uma surpresa quando fui tirar água do joelho.
Como pude esquecer os meus pictogramas no espelho e portas do sanitário Axe?
Lá estavam os adesivos das menininhas peitudas escalando uma cordinha pra chegar ao seu macho perfumado… Hahaha…

A manhã já estava batendo a nossa porta.
Trouxe consigo mais magia. A magia que deixa as pessoas em câmera lenta.

Resolvemos dançar até o dia clarear.

Foi absurdamente fantástico.

Cruzamos o sambódromo enquanto o sol nascia e rasgava as nuvens.

As pessoas que passavam por nós eram tão interessantes que resolvemos sentar um pouco e contemplá-las.

Ficamos meio jogados num canto e finalmente a cansaço nos dominou.
Tentamos nos levantar várias vezes, mas estávamos tão grogues que ficamos um pouco mais.

Apoiamo-nos um no outro e percorremos alguns metros até sentir a força voltar.
Fizemos então um registro em vídeo bem interessante – que vai demorar um pouco pra ser editado e divulgado aqui – e seguimos dançando mais um pouco, livres, malucos, desequilibrados e um pouco mortos…

A cada passo que dávamos, mais claro o dia ficava.
Aquela luz agredia a retina.

Como morcegos, procuramos proteção na escuridão.
Não havia escuridão.


Registrei tudo até chegarmos ao pórtico.
O som da batida eletrônica ainda podia ser identificado.

Desmaiamos dentro de um ônibus rodoviário com cadeiras confortáveis.
Uma pena a viagem até o Metrô Tietê ser tão curta.

No fim, Mr. Ber acabou vindo até a Parada Inglesa.

Cheguei em casa meio zumbi, meio surdo, meio cego…
Mas eu ainda estava perfumado. Hehehe…

Afundei na minha cama macia num único mergulho e só acordei às 15hs.

Acordei com voltade de voltar.
Olhei as fotos, compilei os pensamentos e mais uma vez comprovei como sou sortudo.

Ps1: Agradecimento especial para meus chefes e supervisores na Criacittá que permitiram minha participação nesse projeto;
Ps2: Agradecimento mais que especial à menina bonita que eu conheci há pouco tempo e que parece irmã de outras vidas;
Ps3: Agradecimento infinito para o manézinho da ilha de Florianópolis. A simples presença desse guri faz com que qualquer momento seja inesquecível.


_____________________________________

Ps4: Feliz Aniversário, Mr. Ber! Tu és o cara!

Que. Festa.

Mil tendas, milhões de pessoas, bilhões de luzes!
Cada um com seu estilo, seu jeito e sua maneira atuando nas mais variadas formas e se divertindo num espaço enorme preenchido na sua maioria por… outras pessoas!
Incrível. Pegar o final do show do Justice, conhecer Pendulum e curtir o show do Digitalism INTEIRO dançando foi incomparável, descritível por apenas uma palavra: Intensidade.

Mas… Mais do que a balada, mais do que a festa que foi, mais do que a noitada dançando nonstop, o mais incrível foi a companhia. O inseparável quase-irmão que me possibilitou a ida e me garantiu a diversão pela noite inteira. Sem ele, não seria de perto possível ter me divertido tanto, ou mesmo ter agüentado a madrugada e o dia seguinte inteiro. Por mais que pareça bobo, sem ver o ânimo incrível desse adolescente de 32 anos (cof, cof), eu não teria agüentado passar aquele tempo todo sem parar de me mexer. Isso sem dúvida foi o melhor, poder ver que do seu lado tem alguém que sente o mesmo e está se divertindo tanto quanto você!

Obrigado, João! *heart*

Ber

From Fotolog

83- Velha Cria

Saudades…
Com certeza esse foi um dos lugares mais bacanas em que eu já trabalhei!

Não, não! Não entendam errado!
Ainda estou trampando na Criacittá… e trampando muito…
Só mudamos de endereço!

Trampar com o que a gente gosta são realmente outros quinhentos.
O dia voa, a gente se diverte…
Sem dúvida alguma, trampar num lugar assim é quase como entrar numa nova faculdade. A faculdade da vida…
É se rodear de professores, de professores amigos…

É d+ e eu estou amando tudo isso.

Claro que há pressão, momentos tensos e um volume inacreditável de trabalho, mas isso não impera.
A deliciosa sensação de se envolver com um puta projeto bacana – pois a Criacittá só tem clientes fodásticos – é, além de um fantástico portifólio, uma rotina excitante.

O dia na Aclimação começava bem quente.
O sol já lavava de luz o portão de entrada daquele sítio. A Criacittá da Aclimação tinha cara e tamanho de um grande sítio, com galpões e largas ruas.

No último dia da gente lá, resolvi registrar um pouquinho do que era trampar naqueles galpões…
Era gostoso…

Quando entrei na Cria pela primeira vez, tive a sensação de estar entrando num lugar incrível.

Se existia algo que tínhamos de sobra na Velha Cria, esse algo era espaço.

Cada um no seu quadrado!

Marcenaria no galpão de Marcenaria.

Os verdadeiros artistas:

Pintura no galpão de Pintura…

Isso fazia com que a Criação ficasse lá nos céus…

A gente elevava o espírito todas as manhãs…
Só descíamos para a Terra na hora do almoço e na hora de ir embora…

De tarde, o sol poente encantava as paredes altas do lado de fora da Criação… A gente lá dentro tinha sempre um espetáculo de luzes quando abria aquela porta.

Na parte detrás da Criação tínhamos um solarium…

Hehehe… Na verdade era uma laje bem gostosinha, onde os fumantes iam fumar seus cigarros e os não fumantes iam fazer uma horinha…

De lá, dava pra se ter uma idéia do quão grande aquele sítio era.

A Criação é o coração da empresa.
Fornecemos a matéria criativa que impulsiona todos os outros departamentos.

Minha mesa e meus apetrechos:

Somos todos malucos, é inegável dizer.
Produzimos o dia todo, mas brincamos sempre!

Somos divididos em DAs (diretores de arte e arquitetos que trampam com o Auto Cad), 3Ds (editores, modeladores e iluminadores que trampam com o 3D Studio Max) e 2Ds (os que trampam com Corel Draw, Illustrator e Photoshop)…
Geralmente o chefe do nosso departamento + os DAs fazem um reunião com os outros departamentos da empresa. Então, os DAs fazem reuniões secundárias com o 3D e o 2D.
O 2D cria a textura que o 3D vai usar pra aplicar no projeto… E a simbiose vai se repetindo…

O chefe do nosso departamento é o Mr. Vado.
Ele deve ter o cérebro do Marvin, o robô do Guia do Mochileiro das Galáxias, porque o cara tem o dom.
Por mais que eu diga que ele é incrível, ainda assim não vou conseguir ser justo o bastante.
Além de incrível, fashion e brilhante, o cara é de uma simpatia tamanha.
Puxasaquismos a parte, basta apenas dizer que ele é o cara! É unânime!

A equipe do 2D é pequenina, mas sempre dá conta do recado.

Os 3D são numerosos e estão sempre esperando textura. Eles adoram dizer que temos um D a menos…

O nosso chefe dentro do 2D é o Shorney, meu xará.
O cara é criativo até quando não quer ser criativo.
Grande professor, gigantesco coração, divertido durante todo o expediente, até quando está atolado de trampo…
Sempre solta uma pérola quando menos esperamos…
É o que, junto com nosso amigo Interlandi, compôe os melhores jingles para animar as nossas tardes…
É o que sempre soluça, é o que sempre está cantando, é aquele que tem um brilho próprio, é aquele que compartilha…
É o coração do 2D… Meu amigo.

Temos também no 2D o Super Esfih@ e o Mr. Crow, mestres do Photoshop.
Ficar ao lado deles é como fazer um curso de Photoshop 24hs por dia.
Como se não fosse suficiente, além de ótimos professores, são grandes amigos e valem ouro.
O que os dois tem em comum é a paciência para comigo e uma calma incomensurável.
Além de companheiros absolutos nas brincadeiras e besteiras do dia.

Somos 4, mas somos bem unidos. Isso é muito bacana!

Os malucos do 3D apesar de viverem nos cobrando texturas são bonzinhos também… Vivem falando de jogos e de Direct X, ou de quanto tempo demora pra render uma imagem no Windows 64 Bits, de como o Vista é instável… Hehehe… Nerds total! Mas são todos bonzinhos e grandes professores…

O Alvinho é o velho mais novo da turma. Ele já trampou na Cria no começo dos tempos e agora veio se juntar ao time 3D.
Ele é um dos tantos cariocas da empresa… Na Cria tem bastante gente do Rio.
Mestre da modelagem ginecológica e por bastante tempo professor de 3D, é mestre no que faz e sempre ajuda todo mundo com grandes dicas.
Adora acompanhar o Shorney nas suas canções e jingles. É o maluco mais maluco do 3D e gente finíssima.

O Joe é o mais educado do pedaço!
Outro gigantesco professor de 3D! Dá aula lá naquela famosa escola da Santa Cruz.
Não dá pra não gostar do Joe à primeira vista. E a amizade com ele é sempre progressiva.
AMIGÃO com Caps Lock…
Devorador das famosas pizzas de chocolate que pedíamos nas madrugadas de trabalho.
Ele só tem um defeito, ou melhor, um detalhe: “Jamais dê comida pra ele depois da meia-noite!”…
Ele é quase um Gremlin.

O Ernani é o paizão coruja da turma. Ele é o mais compenetrado da galera, mas quando começa a rir, ninguém consegue pará-lo!
Ele + o Joe são os mestres Jedi da iluminação.

O Edílio é o nosso filósofo!
Sabe discutir pensamentos e seus acréscimos são fundamentais para que o nível de uma conversa seja alto.
Campeão em comer pastéis na feira de Quarta-feira.
Só não é perfeito porque joga Warcraft. Hehehe…

O Edu é o maior barato!
Passa o dia inteiro rindo e nos ensinando inglês.
Está sempre com bom humor e é o que mais me cobra texturas…
Ele adora botar o ar condicionado no talo pra gelar os caras do 2D…
Sua marca registrada é seu capacete!

O Marcelo é o nosso caipira preferido.
Ele com seu cabelinho de rapunzel e seu sotaque forte tiram a concentração do nosso pobre Shorney.
O guri é pentelho, mas no fundo no fundo sabe que é querido por todos… Ou não… Hahaha…
Não tem a menina dos olhos? Pois é, ele é o menino dos cabelos!

A Val é minha companheira.
Estourada, nervosa, bocuda e por isso irresistível.
Nos damos muiiiiiiiiiito bem.
Companheira de almoço, minha professora de 3D, minha puxadora oficial de orelha…
Guitarrista, adoradora de Lost, de Azumanga…
Ela anda sempre com seu PSP, adora baixar filmes e jogos… Grava-me quase todos os programas que eu preciso…
É a que sempre tem algo legal pra me passar via Pen Drive… Trocamos altas figurinhas…
A única representante feminina nessa equipe machista que são os 3D!
Girl Power!

Tem o Reggae Man Sussa!
Com o Sussa tudo tá sempre sussa!
Ele me lembra aquele Tartaruga Pai do filme do Nemo!
Æ, irmão!

Mais um carioca querido.
Filipe salve salve!
O DA mais alegre do pedaço.
O Filipe é aquele cara que conquista todo mundo com seu jeito verdadeiro de ser.
É o maior culpado por deixar o ambiente descontraído.
Suas frases são as que mais arrancam gargalhadas da galera. É o querido mór!

Não dá pra esquecer a Leikaloka, que além de louca é fashion e gosta do Pizzicato Five.
A Leika é tão louca tão louca que superou todos os loucos que eu já conheci até hoje!
Vive gargalhando o dia inteiro… Adora botar musiquinhas doidas pra gente ouvir…
Tem dias que vem vestida com o vestidinho da Minnie, tem dias que vem com roupas futuristas… Independente do seu guarda-roupas, a guria tem estilo e enche os olhos.
Fotógrafa de mão cheia, adora encher a mão de bolinhas gelatinosas pra atirar na galera. Na verdade, algo sempre está voando da sua mão para nossas cabeças.
É a rainha das brincadeiras e tem incorporada em si, os espíritos de mil crianças japonesas!
É a nossa mascote.

Grande Fernando 3D! O cara dos filmes, dos quadrinhos e dos heróis.
Dono de um bom gosto singular.
É o que tem o toque de celular mais discreto da turma: uma rave inteira dentro do aparelhinho!

Interlandi! O mais insano do pedaço!
Seu humor negro é absurdo! Suas facadas são irresistíveis.
Indecifrável… Absoluto!
Do alto da sua torre, observa seus súditos 3D com olhos de corvo!
Figuraça!

Tem também o arquiteto Vilkas, o nosso caríssimo professor de história e o Claudião, nosso inquestionável mestre salve salve!

Renatinha cheia de charme e Tati carioca que não quebra o barraco.

A Eli é admirável não só pela sua graça, mas principalmente por ser firme e profissional sem precisar abrir mão da sua delicadeza.
Fora que ela sabe que eu adoro os termos arquitetônicos que ela usa quando me passa um projeto…
É a que sempre me oferece caronas e que garante boa conversa o trajeto inteiro.
Grande arquiteta, cheia de boas idéias… Adoro trabalhar com ela e ela sabe disso.
Namoradíssima do Shorney. Os dois são perfeitos juntos!

Já a Paulinha carioca exala um pouco da ginga irresistível da garota de ipanema.
Talvez seja aquele sotaque hipnótico que me tira do sério… Hehehe…
Talvez seja essa segurança que ela me passa ou seu jeito descontraído de ser…
Whatever, a Paulinha é aquela carioca que a gente fica imitando o dia todo…
O bacana é que ela é a mestra da paciência, ela entra na nossa brincadeira e se diverte junto!

Uma coisa é certa: estou rodeado por pessoas notáveis, talentosas, agradáveis e especiais.
Cada dia ao lado dessas pessoas é um dia de aula. Um dia como aluno, outro como professor.

Assim os dias vão seguindo, os meses vão passando e quando a gente vê, já se passou o período de experiência…

E isso continuará na Nova Cria se Deus quiser…