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179- 04) Fish ‘N’ Chips, Mini & Big Clicks

Dormir em Londres é uma delícia.

Desde que estava decidido que eu viajaria a Londres, esse era um dos pensamentos que não deixava a minha cabeça: “como seria dormir em Londres?”.
Dormir em Londres, pelo menos no Astor Hyde Park era uma delícia.

Nosso quarto era muito bacana.
Havia uma janelona imensa, meio aberta, que estranhamos no começo, mas compreendemos no final.
O beliche era aquele de praxe que se usa nos albergues europeus: imenso, com aquelas jaulas engradadas na parte inferior para se colocar a bagagem.
A roupa de cama era impecável, perfumada…
Por menos sono que tivéssemos, era só deitar o corpo naqueles lençóis macios e branquinhos que o sono não tardava a vir. Geralmente estávamos mortos de sono.

A coisa mais engraçada na nossa chegada no Astor foi que até então, não havíamos entendido ao pé da letra o que um quarto “insuite” significava.
Havíamos procurado bastante pelos sites de hostel, e o que definimos foi que quartos “insuites” tinham apenas a ducha. A “outra parte” do banheiro, não menos importante, pelo que pesquisamos, era compartilhada nos corredores do hostel.
Ninguém com quem conversamos tinha 100% de certeza se teríamos banheiro no quarto.
A gente já tinha achado que conseguir um quarto exclusivo num dos melhores hostels de Londres já era uma grande conquista.

Ao entrar naquele quarto, a primeira coisa que fiz foi correr pra procurar a portinha do banheiro, e para minha grande surpresa, lá estava um banheiro completo: uma bela duma ducha, privadinha como manda os costumes brasileiros, toalhinhas e produtos de higiene pessoal… Hehehe…
Fiquei feliz.

Pois é, se vcs forem pra Londres, o Astor Hyde Park é o lugar!

Astor-01

Astor-02

A Brooke é a melhor anfitriã e o preço das diárias parece brincadeira. Fora a localização mais que especial.
Meu Deus, que vontade de voltar!

Astor-03

Como se já não estivéssemos apaixonados o bastante pelo nosso quarto, pela nossa vista e pelo nosso banheiro, foi no café da manhã que incorporamos o espírito dos londrinos.

Descemos todos os lances de escadas do hostel e no final do corredor: a cozinha e o refeitório.

Esqueçam o feijão, o bacon e as salsichas no café da manhã. Havia vários tipos de cornflakes e frutas secas, pães de forma gigantescos, duas torradeiras monstruosas, todos os tipos de geléia, manteiga, cream cheese, frios, muitos galões de leite, uma torneira de água fervente e o melhor chá que eu tomaria na minha vida.

O responsável por mantêr a mesa sempre abastecida, um londrino magrela com um topetão laranja, se alternava entre os galões de leite e seu imenso controle remoto modernoso, com o qual discotecava a trilha sonora daquela manhã.
A única regra ali era comer o que quisesse e depois lavar e secar sua louça.

No primeiro dia cometi uma leve gafe e enxuguei as louças com os guardanapos de papel.
Oras bolas, eu perguntei pra uma russa louca se era pra usar aquele pano velho pendurado na parede e ela olhou pro papel.

Nas demais manhãs, percebi que aquele pano horroroso era o utilizado para secar a louça limpa.
Um único pano pra secar toda aquela louça! Hahaha…
Tudo bem, o que não mata engorda.

Fazia minhas torradas com geléia e uma gorda fatia de um queijo bem forte, enchia a caneca velha com água escaldante, mergulhava um sachê daquele chá negro e forte e estudava os outros hóspedes…
Japoneses, americanos, mexicanos, russos, franceses, alemães…
Jovens, casais, velhos…
Era muito interessante ouvir tantos idiomas diferentes já na mesa do café da manhã.

Saímos logo em seguida.

Rua-Astor

Não podia deixar de soltar suspiros apaixonados ao andar pelas ruas do nosso bairro.
Os Minis Coopers repousavam invocados nas calçadas úmidas.
Separei três que pareciam não ter donos. Perdi o clique daquele camaleão, que muda de cor.

Mini-01

Mini-02

Mini-03

Ano que vem será o ano do carrango na minha vida.
Dá até dó de começar a dirigir num desses…
Vou de “poizé” mesmo, já que não inventaram o carro inflável de borracha.
Não creio que deva ser muito barbeiro, uma vez que sou cuidadoso com as minhas coisas, mas que o Mini Cooper é lindo, ah, isso ele é.

Aproveitamos que a chuva havia parado durante a madrugada e cortamos o Hyde Park.

Hyde-Park-Ju

Hyde-Park-Ju-2

Não é sempre que temos o privilégio de passear num parque real.
Belíssimo!

Hyde-Park

O imenso parque que já foi palco para concertos de Madonna à Queen engolia o barulho da grande cidade.

Seu verde intenso, mesmo apagado sem a luz do sol, gerava-nos uma paz progressiva.
Quanto mais nos dirigíamos para o centro do parque, maior era essa sensação de bem estar.

Jardins perfeitos, árvores gigantescas.
Engraçado como as árvores são magníficas, e brincam com a nossa imaginação.

Hunting-Tree

Hyde-Park-Jo

Tree-2

Tree

As flores são perfeitas graças ao clima frio da época.

Encontramos o gigantesco Albert Memorial e a elaborada escultura Frieze of Parnassus.
Não há como registrá-la sem sacrificar alguma parte, é gigantesca.

Parnassus-01

Parnassus-02

Parnassus-03

Há uma atmosfera de fé circulando esse monumento.

Parnassus-04

E pensar que isso foi inaugurado em 1872…

Parnassus-05

Parnassus-06

Parnassus-07

Tão impressionante e maravilhosa que me senti insignificante ao seus pés.

Andamos muito pelo nosso bairro e descobrimos que ele era mais que um sonho.

Caminhamos ao redor do Royal Albert Hall:

Opera

Fomos nos informar sobre alguma ópera ou concerto pra assistir, pois a casa ficava nos fundos do nosso hostel. Pegamos alguns folhetos para planejar alguma coisa pra se fazer a noite sem nos preocuparmos com transporte, mas esquecemos.
O problema em se estar em Londres é que há tantas coisas pra se fazer, que vc acaba esquecendo de fazê-las por estar fazendo outras!

Conhecemos uma brasileira na floricultura de um bonito mercado. Entramos lá para almoçar, achando que seria um bom negócio, mas a brasileira disse que aquela região era um dos lugares mais caros pra se comer em Londres. Ela nos aconselhou ir a Oxford Street.
Claro que conversamos muito com a brasileira. Ela estava muito nostálgica e encontrar-nos foi bem emocionante para ela.
Trocou telefone, e-mails e disse para ligarmos pra ela se precisássemos de ajuda ou lugar para se hospedar. Eu e a Ju agradecemos, mas dissemos que essa era a nossa penúltima noite na cidade. Demos um grande abraço do Brasil na nova amiga e seguimos pra Oxford.

Como eu gostei de Oxford!
Lá, além de almoçar, compramos mais eletrônicos…

Na Oxford Street tem lojas de tudo.
O movimento de transeuntes é estonteante.
É um caos em meio aquele trânsito dos ônibus de dois andares…

Ficaria o dia todo ali apenas olhando as pessoas na rua.

Esticamos até Nothing Hills onde conhecemos o amigo português que nos ensinou o caminho até o restaurante mais gostoso de Fish ‘N’ Chips.

Portugues

Chegamos envergonhados no bonito restaurante.
Aquele restaurante escuro e perfumado parecia ser um lugar de muitos dedos e narizes torcidos.

Fish-&-Chips-Mesa

O gelo foi quebrado assim que nosso garçon veio nos cumprimentar.
Em poucos minutos eu já estava contando histórias do Brasil para o humilde mongolian garçon.

Fish-&-Chips-Mongolian-2

Disse pra ele que jamais tinha conhecido alguém da Mongólia, que era uma honra.
Pronto, foi o suficiente para cativar o garçon, que se mostrou extremamente simpático.

Ele nos trouxe uma porção generosa do prato tradicional, pois dividiríamos.

Fish-&-Chips

O Fish ‘N’ Chips pra quem não gosta de peixe é perfeito.
Aprovadíssimo!

Fish-&-Chips-Jo

Eu até estava com o pé atrás, pois não sou muito fã de peixe.
Mas foi só ver aquele prato crocante olhando pra nós, que eu até esqueci que era peixe.

Que combinação de sabores!
O peixe empanado é servido com molho tártaro, mushy peas (purê de ervilhas) e muitas, muitas batatinhas crocantes.

Humm… É um espetáculo gastronômico, pena ser tão gorduroso.

No final das contas, tiramos mais fotos com o simpático mongoliano.

Fish-&-Chips-Mongolian

A amizade foi tão instantânea, que até as inglesinhas que estavam no caixa quiseram tirar fotos com a gente.

Fish-&-Chips-Friends

Os clientes não entendiam aquela bagunça.
Eu fiquei literalmente vermelho de vergonha… Hahahaha…

Demos uma boa gorjeta.

A tarde fomos bater perna nas impecáveis lojas da região.
Voltamos pro hostel pra guardar as sacolas de compras e apanhar o tripé para algumas fotos noturnas.

177- 02) Walkabout (En, Pt)

*Versão em Português logo abaixo da versão em inglês
English Version:


We didn’t think twice. It didn’t matter how many hours we were without a shower or without stretching our body on a real bed…
In spite of the mortal tiredness, there was still time to make it to the Big Ben.
Walk around was all we needed at that moment.

We thanked Brooke at the hostel reception for the instructions and remade the way on foot until Gloucester Road Station like two kids running agains time.

Minutes before, that path from the station until the hostel was an adventure, now it was already familiar.
It’s a crazy feeling of knowing nothing, turning a corner and everything is new…
But even crazier is the feeling you have when you start to create your first reference points…
It’s reeeeeally wicked!

The absence of the heavy bags made us float.
We were light, happy, talkative and full of renewed energy. “We are in London… Let’s break the law”…
We dived onto the undergroung.

Since we had bought the Tube Ticket (zones 1, 2, 3, 4, 5 and 6) because the international airport is really far from downtown (zone 6, I believe), we had free travels by London transportation for the rest of the day.
We quickly found on the complex Underground map the closest station to the famous clock tower: Westminster.

Luckly for us, Westminster is on the same line than our station, Circle Line. We went through South Kensington, Sloane Square, Victoria, St. James’ Park and hopped off.

Westminster

I started to notice a sentence the underground conductor Said often, but I still couldn’t write it in my mind. It wasn’t making sense yet.

Thousands of connections in each one of these stations.
No matter how many people boarding or getting off and the train being not that spacious (the London Underground is really, really narrow and has a very low ceiling), the thing works.

Before surfacing, we went through some kilometers of hallways (and I’m not exaggerating).
London holds another city on its underground.
It was in one of these corridors that Iceland came to tempt me again:

Iceland-Blue-Lagoon

You can’t explain with justice what it feels like to leave the station and face the Big Ben.
You leave the station, go up some stairs filled with people coming and going and the most famous London postcard hits you in the face.

We have no notion on how big the Big Ben tower is until you are by its side.
It’s monstrous.
The undergound exit seems to be positioned on purpose right at the Big Ben side, just to tease.

Big-Ben-Tube

We crossed the street carefully, because at this time, londoners love to ride their bikes at full speed.
We crossed it back because it’s impossible to take pictures from the side of the tower. It won’t frame in any framing you try.

Big-Ben-Ju

We went down a sideways stairs from the Thames River.
That’s how we got to make some pictures.

Big-Ben-Joao

Just like us, tourists from around the world were drooling just for the fact that they were there.
Everybody happy, a nice cold, that typical London weather…

London was a Jussara’s demand, she made a point in getting to know the city. I didn’t really care.
I fell on my ass on that.
That moment I felt the grandeour and the magic of this town.

We walked around.
We went on the main bridge, walking a little, looking at the Big Ben, wallking a little further, seeing the London Eye on the other side.
Crossing the Thames River for the first time on the Westminster Bridge is, apart from icy, astonishing.
People passing us by…
Lots of people with cameras… Impossible to define a language…
It sounded like Greek… Further on a group of tourists would say something in German, Indian, Russian…

Big-Ben-Ponte_Jo

Big-Ben-Ponte_Ju

Across the river, we went until Salvador Dali’s elephant and I was reminded a lot of my boss in Criacittá, Claudinha. Months before I was there, she made a fantastic shot of the same efephant that really caught my eye.
Of course I registered the pompous and distorted animal under that cloudy Sky and there we have the picture, dedicated to Claudinha.

Dali-Elephant

We confirmed London Eye’s grandeur and decided to go on it tomorrow (we kept postponing it for tomorrow, the day after tomorrow, to the last day and when we realised, we didn’t go on the London Eye – and Ju went to Paris repeating it like a broken record) because we could get a better weather then.

London-Eye-Joao

We wandered, even with a map in hand.

Bridge

We went wherever curiosity took us.

We covered street and corners that were spectacular.
Evening was arriving, it was getting colder, but we were so dazzled with the explosion of things happening that at least I was hot.

We recrossed the bridge and found the underground sign already lit.

Underground

It was time to try and find Picadilly Circus.

Lord!
We barely arrived and I was already in love by the mosaics of the underground station.
I didn’t take a picture of all of it, otherwise I would get crazy and I would make you even crazier.

Some years ago, I had received a gift from Inês, on her passage through the queen’s city, a beautiful ilustration of this famous square.
Ever since, that region became familiar to me. I tenderly named it “Londoner Times Square”.

Picadilly-Circus-Ju

Standing there, on that lovely night couldn’t be more special.
Those lit billboards played with our eyes. We didn’t know where to go or what to do.

Picadilly-Circus-Joao

I knew Chinatown was nearby and there should be a big electronics store.

I ended up finding both and a bunch of other interesting stuff.

We took the chance to pay a call to those who were worried:

telephone

We found the Chinese neighborhood without much effort.

Chinatown-Joao-Up

Liberdade, in São Paulo hás its charm, but this Chinatown is much more colorful.

Chinatown-Joao

Not to mention there are some Cantonese food reataurants worth the visit.
On these restaurants windows there are roasted ducks hanging and all types of asian food richly shown to open the appetite of the most demanding tourist…
It’s a parade of irresistible colors and smells…
And better off, the restaurants are not expensive.

Chinatown-Patos

Piccadilly Circus is the destination for those who are not in the mood of sleeping early.
Night life happens there.

There are lots of musicals places at the region. They are very famous around.
There are signs announcing them in all underground stations. From the airport we were influenced by them.
In highlights were “Sister Act” and Billy Elliot.
I swear it was so many nice things being bombarbed into us, I forgot to check the price to see “Sister Act” one of those cold nights.

In this area it is completely normal being approached by a dragqueen, hit on by gays, invited to join a rocking party or even get mixed up with someone else.
People around here are the most creative, colorful, hip and brilliant.

It was wandering a lot that we found an unbelievable store.
We figured out later that Rainforest Café was not only a store, but also a bar and a restaurant.

Loja-Animais-Sapos-Ju

Loja-Animais-Toca-Ju

People who pass by Rainforest’s windows, like we did, and have never seen ou heard of this chain, have no idea what’s hidden underground.
I won’t even talk a lot about it ‘cause it’s a waste of time trying to explain this place. It’s easier just to give you guys the link.

Loja-Animais-Cobra-Ju

We spent a good hour in there.
We took the card from the store, because as I told the young attendant lady, I couldn’t get there again and I would really want to come back.
We thanked the young lady that taught us how to get to my main goal: HMV.

HMV

How didn’t I take any pictures of HMV Picadilly? (I got this one on Google).
Compiling the pictures I took of the whole trip, I realised there was no picture or video from the admirable HMV.
Forgive me Fnacs and all big stores like that, but what was that place?

HMV is like heaven. It was a tip from my Outerspace friends.
It’s a utopic games, CDs, DVDs, electronics and computers store.

For someone like me, who lived the times that internet was a luxury article of cultural centers and MP3 was sci-fi, HMV is definetly heaven.
At that time, a single was something absurdly rare. It was only possible to buy them at Banana Music in Jardins and in dollars. I would spend almost all my money to get a 2-songs single by Pizzicato Five or Björk..

For years I wandered how big these stores in London were, because all the singles and limited editions I got had the famous “MADE IN LONDON” label.

Yes, knowing HMV filled that void.
It’s the paradise of singles, videogames, blue-ray, DVDs, computers, personalized stuff…

There were notebooks, TVs, cameras, videogames… All the coolest headphones in the worls, in all colors, shapes and sizes…
Sony headphones, like mine, for £17 and I didn’t get it!!!!! At Fnac, a MDR-Z700 like mine would not be less than R$350.

Oooooohhh, I was amazed, amaaaazed!!!
I almost freaked out when I got to the games section. I was overwhelmed…

Even in pounds, electronics and games price was good.
I bought Katamari Forever, Dead Space, Burnout…

Games

I got the Beatles Rockband at London’s HMV!!!!!!!!!
I also got some PS3 accessories, Ipod Touch for my dad, for my sister, we got a discount for buyng those speakers with a powerful beat to connect the Ipod…
Ju bought a very limited special Iron Maiden vinyl edition, with a painting and everything else, to gife someone (that record became our Amelie Poulain dwarf, we took it the rest of our trip).

We had a great time at HMV.
I just didn’t get more stuff because it was the first day.
We would still have to go to Paris, several cities in Switzerland, Venice, Rome…
I was thinking how hard it would be to travel carrying so many acquisitions.

I entered all the electronics store throught the trip.
Aaaaawwww, I missed buying those headphones!
I can’t believe it to this day. Even at the Duty Free Shops in Zurich, Rome or São Paulo…
Nothing compared to the prices at HMV.

Night swallowed us.

The feeling was of total freedom, no matter where we’d walk.
Even loaded with shopping bags, there was a lot of people on the streets, lots of tourists and well-being spread through the atmosphere.

It was really late. He headed back to the hostel, extremely tired. But not without first making some necessary stops in our neighborhood.

Doces

Tomorrow would be Museum day. And if there is one thing that made our hostel the perfect location, it’s it is a few steps from the most interesting museums in London. We would not even need an underground ticket.

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Versão em Português:

Não pensamos duas vezes. Não importava muito quantas horas estávamos sem um banho ou sem esticar o corpo numa cama de verdade…
Apesar da canseira mortal, ainda dava tempo de ir até o Big Ben.
Bater perna era tudo o que precisávamos naquele momento.

Agradecemos a Brooke na recepção do hostel pelas instruções e refizemos o percursso a pé até a Gloucester Road Station como duas crianças correndo contra o relógio.

Minutos antes, aquele trajeto da estação até o hostel era uma aventura, agora já era familiar.
É muito louca essa sensação de não conhecer nada, de virar uma esquina e descobrir tudo novo…
Mais louca ainda é a sensação que se tem ao começar a criar os primeiros pontos de referência…
É muiiiiiiiiiiiiito louco!

A ausência das pesadas malas nos fazia flutuar.
Estávamos leves, felizes, falantes e cheios de uma energia renovada. “We are in London… Let’s break the law”…
Mergulhamos no underground.

Como havíamos comprado o bilhete do metrô (Zonas 1,2,3,4,5 e 6), pq o aeroporto internacional fica bem distante do centro (Zona 6, creio eu), tínhamos viagens livres pelo transporte de Londres pelo resto do dia.
Rapidamente encontramos no complexo mapa metroviário a estação mais próxima a famosa torre do relógio: Westminster.

Para nossa sorte, a Westminster ficava na mesma linha que nossa estação, a Circle. Passamos pela South Kensington, Sloane Square, Victoria, St. Jame’s Park e finalmente descemos.

Westminster

Eu comecei a reparar numa frase que a condutora do metrô dizia com frequência, mas ainda não conseguia escrevê-la na minha mente. Ela não fazia sentido ainda.

Milhares de conexões em cada uma dessas estações.
Por mais que se tenha gente nas plataformas embarcando e desembarcando e o metrô não seja lá tão espaçoso (o metrô londrino é muito muito estreito e tem o teto bem baixo) a coisa funciona.

Antes de sair à superfície, percorremos alguns quilômetros de corredor (e isso não é nenhum exagero).
Londres abriga outra cidade no seu underground.
Foi num desses corredores que a Islândia veio me fazer vontade mais uma vez:

Iceland-Blue-Lagoon

Não dá pra explicar com justiça o que é sair dessa estação e dar de cara com o Big Ben.
Vc sai da estação, sobe uma escada cheia de pessoas indo e vindo e dá de cara com o cartão postal mais famoso de Londres.

A gente não tem noção do tamanho da torre do Big Ben até que se está lá ao lado.
É descomunal.
A saída do metrô parece estar propositalmente posicionada bem na lateral do Big Ben, assim, só pra provocar.

Big-Ben-Tube

Atravessamos a rua com cuidado, pois nessa hora, os londrinos adoram andar de bicicleta a todo vapor.
Atravessamos de volta, pq é impossível fazer fotos ao lado da torre do relógio. Ela simplesmente não se enquadra em qualquer enquadramento que se faça.

Big-Ben-Ju

Descemos uma escada lateral ao Rio Tamisa.
Foi assim que conseguimos fazer algumas fotos.

Big-Ben-Joao

Assim como nós, turistas do mundo todo babavam simplesmente pelo fato de estarem ali.
Todo mundo feliz, um frio bacana, aquele tempinho típico de Londres…

Londres foi uma exigência da Jussara para essa viagem, ela fazia questão de conhecer a cidade. Eu mesmo não fazia questão.
Mordi a língua.
Naquele momento eu sentia a grandeza e a magia dessa cidade.

Andamos pelos arredores.
Percorremos a principal ponte, andando um pouquinho, olhando pro Big Ben, andando mais um pouquinho, vendo a London Eye do outro lado.
Atravessar o Tamisa pela primeira vez pela Ponte Westminster além de gelado é estonteante.
As pessoas que passavam por nós…
Muita gente com máquina fotográfica… Impossível definir um idioma…
Parecia que estavam falando grego… Logo mais um grupo de turistas soltava uma frase em alemão, indiano, russo…

Big-Ben-Ponte_Jo

Big-Ben-Ponte_Ju

Já do outro lado do rio, seguimos até o elefante de Salvador Dali e lembrei muito da minha chefe lá na Criacittá, a Claudinha. Meses antes de eu estar ali, ela tinha feito uma foto fantástica do mesmo elefante que me chamou muito a atenção.
Claro que registrei o pomposo e distorcido animal sob aquele céu nebuloso e fica a foto dedicada à Claudinha.

Dali-Elephant

Confirmamos a grandiosidade da London Eye e decidimos subí-la amanhã (fomos deixando pra amanhã, depois de amanhã, para o último dia e quando vimos, não subimos a London Eye – a Ju foi pra Paris tocando nesse assunto como um disco riscado) pois o tempo poderia abrir.

London-Eye-Joao

Andamos sem rumo certo, mesmo com o mapa debaixo do braço.

Bridge

Íamos aonde nossa curiosidade nos levava.

Percorremos ruas e cantos espetaculares.
A tarde ia caindo e o frio ia aumentando, mas estávamos tão malucos com tanta explosão de acontecimentos que pelo menos eu sentia calor.

Reatravessamos a ponte e encontramos a plaquinha do metrô já acesa.

Underground

Era hora de tentar encontrar a Piccadilly Circus.

Meu Deus!
Nem bem chegamos e eu já me apaixonei pelos mosaicos da estação do metrô.
Não tirei foto de tudo, pq senão ia ficar louco e ia deixar vcs mais ainda.

Há alguns anos, eu havia recebido de presente da Inês, em sua passagem pela cidade da rainha, uma bonita ilustração dessa famosa praça.
Desde então, aquela região se tornou familiar pra mim. Eu a apelidei carinhosamente de “A Time Square Londrina”.

Picadilly-Circus-Ju

Estar ali, de pé, naquela noite linda não podia ser mais especial.
Aqueles letreiros acesos brincavam com nossos olhos. Não sabíamos pra onde ir ou o que fazer.

Picadilly-Circus-Joao

Eu sabia que a Chinatown era por ali e que deveria existir uma grande loja de eletrônicos.

Acabei encontrando os dois e mais um monte de outras coisas interessantes.

Aproveitamos pra ligar para os que estavam preocupados:

telephone

Encontramos o bairro chinês sem muito esforço.

Chinatown-Joao-Up

A Liberdade em São Paulo tem a seu charme, mas essa Chinatown é muito mais colorida.

Chinatown-Joao

Fora que tem uns restaurantes de comida cantonesa que vale a visita.
Há nas vitrines desses restaurantes, patos assados pendurados e todos os tipos de comida asiática ricamente exibidos para aguçar o apetite do turista mais exigente…
É um desfile de cores e aromas irresistíveis…
E o melhor, o restaurantes não são caros.

Chinatown-Patos

Piccadilly Circus é destino pra quem não está a fim de dormir cedo.
A vida noturna acontece ali.

Há várias casas de musicais pela região. Eles são muito famosos por lá.
Há cartazes os anunciando em todas as estações de metrô. Desde o aeroporto já somos influenciados por eles.
Os que mais se destacavam eram o musical do filme Mudança de Hábito e do Billy Elliot.
Juro que era tanta coisa bacana sendo bombardeada na nossa cabeça, que eu esqueci de ver o preço do ingresso pra poder assistir Mudança de Hábito numa dessas noites frias.

Nessa região é completamente normal ser abordado por uma dragqueen, ser cantado por um gay, ser convidado a entrar numa balada pegando fogo ou até mesmo ser confundido com outra pessoa.
As pessoas que por aqui passam são as mais criativas, coloridas, desencanadas e brilhantes.

Foi perambulando bastante que acabamos encontrando uma loja inacreditável.
Fomos descobrir mais tarde, que a Rainforest Cafe, era além de loja, um bar e restaurante.

Loja-Animais-Sapos-Ju

Loja-Animais-Toca-Ju

Quem passa pela fachada da Rainforest, assim como nós passamos e nunca ouviu falar dessa rede, não tem noção do que se esconde lá no subsolo.
Eu não vou nem falar muito pq é perda de tempo tentar explicar esse lugar. Mais fácil deixar o
link com vcs.

Loja-Animais-Cobra-Ju

Gastamos uma boa hora lá.
Pegamos o cartão dos caras, pq como eu ia dizendo pra mocinha que nos atendeu, eu não conseguiria chegar lá de novo sem ajuda e eu com certeza iria querer voltar.
Agradecemos a mocinha, que antes nos ensinou como fazer para chegar ao meu objetivo principal: HMV.

HMV

Como foi que não tirei nenhuma foto da HMV Piccadilly? (Essa foto eu peguei no Google).
Compilando as fotos que eu tirei da viagem toda, reparei que não havia nenhuma foto ou vídeo da invejável HMV.
Desculpem as Fnacs e as grandes lojas do gênero, mas o que era aquela HMV?

HMV é o paraíso. Foi dica dos meus amigos da Outerspace.
É a utopia de uma loja de games, cds, dvds, eletrônicos e informática.

Para alguém como eu, que viveu na época em que internet era artigo de luxo de centros culturais e mp3 era coisa de ficção científica, A HMV é definitivamente o paraíso.
Naquela época, um single era algo absurdamente raro. Só era possível comprá-los na loja da Banana Music nos jardins e em dólares. Eu gastava quase o salário inteiro pra comprar um single de 2 músicas do Pizzicato Five ou da Björk.

Por anos fiquei imaginando o tamanho dessas lojas em Londres, pq todos os singles e cds limitados que eu comprava vinham com a famosa etiqueta “MADE IN LONDON”.

Pois é, descobrir a HMV preencheu esse vazio.
Lá é o paraíso dos singles, dos videogames, do blueray, dos dvds, dos computadores, das coisas personalizadas…

Havia notebooks, tvs, câmeras, videogames… Todos os headphones mais legais do mundo, de todas as cores, formas e tamanhos…
Headphones da Sony, como os meus, por £17 e eu não compreiiiiiiiiiiii! Na Fnac um MDR-Z700 como o meu não sai por menos que R$350.

Ahhhhhhhhhhhhhhhhhh, fiquei maluco, maluco, maluco!
Eu quase surtei na hora que eu encontrei o setor de games… Me acabei por lá…

Mesmo em libras, o preço dos eletrônicos e games era muito bom.
Comprei Katamari Forever, Dead Space, Burnout…

Games

Comprei The Beatles Rockband na HMV de Londressssssssssssssssssss… Comprei outros acessórios pro PS3, comprei Ipod Touch pro meu pai, pra minha irmã, ganhamos desconto pra comprar aquelas caixinhas de som que tem uma batida poderosa pra acoplar o ipod…
A Ju comprou uma edição especial limitadíssima de vinil do Iron Maiden, com pintura e tudo mais, pra dar de presente (Esse disco ficou sendo o nosso anão de Amélie Poulain, levamos ele pelo resto da viagem).

Nos acabamos lá na HMV.
Só não comprei mais pq era o primeiro dia.
Ainda teríamos que ir pra Paris, várias cidades na Suíça, Veneza, Roma…
Pensava no trampo que ia ser ficar carregando tantas aquisições.

Entrei em todas as lojas de eletrônicos ao longo da viagem.
Ahhhhhhhhhhhh, perdi de comprar os headphones!
Não acredito até hoje. Mesmo no Duty Free de Zurique, Roma ou São Paulo… Nada chegava aos pés dos preços praticados na HMV.

A noite havia nos engolido.

A sensação era de total liberdade, não importava para onde andássemos… Mesmo carregados de sacolas de compras, havia muita gente nas ruas, muitos turistas e um bem estar espalhado na atmosfera.

Já era muito tarde. Voltamos para o hostel, cansadíssimos. Não sem antes fazer umas paradas obrigatórias no nosso bairro.

Doces

Mergulhamos num merecido sono numa cama quentinha, limpinha, quarto ultra silencioso…
Amanhã seria o dia dos museus. E se havia algo que fazia do nosso hostel ser o mais bem localizado, é que ele estava a poucos passos dos museus mais interessantes de Londres. Não precisaríamos nem de bilhete de metrô.

163- Primeiro Passo

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Agora dá pra começar a pensar em fazer alguma coisa…

152- Adidas Forum Lo (Green, Red or Orange?)

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Ai ai ai. Que lindeza!

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Acho que vou de Brasil dessa vez…

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Mas æ tem esse vermelhinho lindo…

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E esse laranjinha perfeito…

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Brasil, Vermelhinho, Laranjinha BrasilVermelhinhoLaranjinha BrasilVermelhinhoLaranjinha BrasilVermelhinhoLaranjinha BrasilVermelhinhoLaranjinha BrasilVermelhinhoLaranjinha BrasilVermelhinhoLaranjinha BrasilVermelhinhoLaranjinha BrasilVermelhinhoLaranjinha BrasilVermelhinhoLaranjinha BrasilVermelhinhoLaranjinha BrasilVermelhinhoLaranjinha BrasilVermelhinhoLaranjinha BrasilVermelhinhoLaranjinha BrasilVermelhinhoLaranjinha BrasilVermelhinhoLaranjinha BrasilVermelhinhoLaranjinha BrasilVermelhinhoLaranjinha BrasilVermelhinhoLaranjinha BrasilVermelhinhoLaranjinha BrasilVermelhinhoLaranjinha BrasilVermelhinhoLaranjinha BrasilVermelhinhoLaranjinha BrasilVermelhinhoLaranjinha BrasilVermelhinhoLaranjinha BrasilVermelhinhoLaranjinha BrasilVermelhinhoLaranjinha?

Que dúvida!

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€72
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My size:

BR – US – UK – FR
42 – 10 – 9½ – 44
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Ps: Guri, se vc achar isso por A€, traz que eu quero!

124- PS3

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ps3 

Comprei!

Pois é, não resisti. Santa Fnac que aprova qualquer pré-compra que eu faço!

Fui lá depois da aula de japonês para ver um presentinho pro meu velho, que estava fazendo aniversário…
Foi quando vi o PS3 bonitão lá na vitrine.
Bah, nem pensava em levá-lo pra casa ainda, foi meio que por impulso.

Tinha acabado de pagar a tv…
Quase quinze dias sem internet em casa…
Sem PS2…
Æ não teve jeito…
Tava carente de tecnologia…

A intenção era comprar o de 40GB.
O vendedor me mostrou o de 80GB.
Acabei trazendo o de 160GB.

Caralhooooooooooooooooooooooooo! Puta merda!
O negão é du car… Puta bicho silencioso…

O foda foi gastar R$200 num cabo HDMI. Só pode ser de ouro aquela merda.

Cacete! A parada roda lisinha na Viera.
Jogar em Full HD são outros quinhentos. Dá gosto!

F A N T A S T I C

Joguei Metal, joguei Uncharted.
Tá certo que a vontade era de ter trazido o RE5 e o roteador, mas há bastante chão e era preciso pelo menos botar um pé no chão, já que o corpo todo estava flutuando.

Sabe aquela sensação de ganhar presente perfeito do Papai Noel no Natal? E de dormir com ele debaixo do travesseiro?
A sorte é que ele é grande e não cabe debaixo! Hehehe…

Ps1: Postando diretamente da Cria, 23hs18, 2 de Abril de 2009;
Ps2: Sumi, mas não morri. Ainda sem previsão de sinal de internet em casa;
Ps3: É meu! Finalmente! E é foda! Foda!

98- Grande Natal de 2008

Este ano, tenho muito o que comemorar.
Um ano de vitórias, de amigos, de conquistas, orgulho, dinheiro no bolso, sonhos, saúde, paz, amor…

Esse Natal vai ser de muitos presentes.

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Dados e recebidos.
Pai, mãe, irmã, avó…

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Esse Natal vai ser de muitas surpresas.
A última eu acabei de preparar pra minha avó.

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Acabei de montar uma caixa recheada pra ela, com tudo o que ela realmente adora.
A bichinha ficou pesada, cheia de novelos de linha e acessórios pra crochê.

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Estou contando as horas pra poder entregar.

Mas a salvação do meu fim de ano se deu por uma conversa do Leone no Msn:
“- Hei, João, vc não tem um PS2 æ na sua casa? Tô precisando terminar uns jogos desse console e tô com um Xbox 360 parado aqui. Não quer fazer uma troca injusta?”
Bom, claro que ele não falou com essas palavras, mas claro que eu sempre uso a minha imaginação para escrever aqui…

Hahaha…

Eu já estava muito feliz em saber que tiraria umas mini-férias do trabalho, do dia 20/12/2008 ao dia 05/01/2009…
Já estava baixando vários filmes em 720p. Deixando uma fila imensa pra poder curtir bem na minha Viera…
Havia comprado dois livros bem gostosos de ler, caso as chuvas de Dezembro insistissem em cortar a energia elétrica…

Estava bem preparado…
Só não contava com esse empréstimo injusto.

O melhor é que tudo veio sem muito pensar.
Falamo-nos num dia e no outro já tinhamos efeituado a troca.

Passei ontem lá na Sta. “Esfingênia” e peguei 4 joguinhos que estava querendo colocar as mãos faz tempo: Tomb Raider Underworld, Banjo-Kazooie Nuts & Bolts, Sonic Unleashed e Prince Of Persia.
Como se não bastassem as pérolas que o Leone me emprestou…

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E de quebra, pra quebrar mesmo as minhas pernas, RE5:

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Ai, ai, ai…

Meu Status não vai ser outro no Msn senão ocupado.

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Entendam, guys!

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Feliz Natal pra todos vcs, meus queridos.

93- TH-42PY85LB

Fiz uma loucura com o meu 13º:

2l

Review Outerspace

89- ZooDoJooIn12oGBIpodMode

Demorô, mas finalmente é meu.
O mais bacana, foi a forma como eu o adqüiri, mas isso é história pra outro post…

E viva o poder dos 120 gigaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaas!

65- A 1ª Ardida A Gente Nunca Esquece

Demorou, mas finalmente botei os meus mamilos nela. Hehehe…

Acordei cedinho nesse sabadão, com o objetivo de caçar a tal Adidas Japan 2008.
Encontrei-a com um pouco de sorte na Roxos & Doentes do Shopping Light. “Duca…” essa loja.

Voltei com o tesouro bem guardado na sacolinha roxa.

Cheguei na casa da minha irmã pra almoçar e mostrei a camisa pros meus pais. Eles aprovaram.
Meu pai gostou demais. Sinto que vou ter que voltar brevemente lá na loja.

Só então pude gastar um pouco mais de tempo para tocá-la, apreciá-la.

É fodida de linda.

Não sei explicar o principal motivo pelo qual me apaixonei por esta camisa.
Talvez seja aquele loguinho holográfico no cantinho esquerdo inferior, talvez seja o sistema de Clima Cool.

Eu bem acho que sejam as listras amarelas que começam bem unidas na cintura e se alongam por todo o tórax até o peito.

É bem provável que seja o colarinho recortado em três cores e a manga com a lingüeta amarela exposta.

Não, não, com certeza é a mascote de três garras.
Ou seriam as três listras brancas?

Ah, eu realmente não sei.
Só sei que agora que a consegui, precisarei honrar a camisa!

Ps1: Valeu, Mr. Dac Zero e Edum-sama pelas indicações!
Ps2: Este é o velho porta-cds que eu comentei no post anterior: