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Entradas do Novembro 2009

179- 04) Fish ‘N’ Chips, Mini & Big Clicks

Novembro 15, 2009 · 5 Comentários

Dormir em Londres é uma delícia.

Desde que estava decidido que eu viajaria a Londres, esse era um dos pensamentos que não deixava a minha cabeça: “como seria dormir em Londres?”.
Dormir em Londres, pelo menos no Astor Hyde Park era uma delícia.

Nosso quarto era muito bacana.
Havia uma janelona imensa, meio aberta, que estranhamos no começo, mas compreendemos no final.
O beliche era aquele de praxe que se usa nos albergues europeus: imenso, com aquelas jaulas engradadas na parte inferior para se colocar a bagagem.
A roupa de cama era impecável, perfumada…
Por menos sono que tivéssemos, era só deitar o corpo naqueles lençóis macios e branquinhos que o sono não tardava a vir. Geralmente estávamos mortos de sono.

A coisa mais engraçada na nossa chegada no Astor foi que até então, não havíamos entendido ao pé da letra o que um quarto “insuite” significava.
Havíamos procurado bastante pelos sites de hostel, e o que definimos foi que quartos “insuites” tinham apenas a ducha. A “outra parte” do banheiro, não menos importante, pelo que pesquisamos, era compartilhada nos corredores do hostel.
Ninguém com quem conversamos tinha 100% de certeza se teríamos banheiro no quarto.
A gente já tinha achado que conseguir um quarto exclusivo num dos melhores hostels de Londres já era uma grande conquista.

Ao entrar naquele quarto, a primeira coisa que fiz foi correr pra procurar a portinha do banheiro, e para minha grande surpresa, lá estava um banheiro completo: uma bela duma ducha, privadinha como manda os costumes brasileiros, toalhinhas e produtos de higiene pessoal… Hehehe…
Fiquei feliz.

Pois é, se vcs forem pra Londres, o Astor Hyde Park é o lugar!

Astor-01

Astor-02

A Brooke é a melhor anfitriã e o preço das diárias parece brincadeira. Fora a localização mais que especial.
Meu Deus, que vontade de voltar!

Astor-03

Como se já não estivéssemos apaixonados o bastante pelo nosso quarto, pela nossa vista e pelo nosso banheiro, foi no café da manhã que incorporamos o espírito dos londrinos.

Descemos todos os lances de escadas do hostel e no final do corredor: a cozinha e o refeitório.

Esqueçam o feijão, o bacon e as salsichas no café da manhã. Havia vários tipos de cornflakes e frutas secas, pães de forma gigantescos, duas torradeiras monstruosas, todos os tipos de geléia, manteiga, cream cheese, frios, muitos galões de leite, uma torneira de água fervente e o melhor chá que eu tomaria na minha vida.

O responsável por mantêr a mesa sempre abastecida, um londrino magrela com um topetão laranja, se alternava entre os galões de leite e seu imenso controle remoto modernoso, com o qual discotecava a trilha sonora daquela manhã.
A única regra ali era comer o que quisesse e depois lavar e secar sua louça.

No primeiro dia cometi uma leve gafe e enxuguei as louças com os guardanapos de papel.
Oras bolas, eu perguntei pra uma russa louca se era pra usar aquele pano velho pendurado na parede e ela olhou pro papel.

Nas demais manhãs, percebi que aquele pano horroroso era o utilizado para secar a louça limpa.
Um único pano pra secar toda aquela louça! Hahaha…
Tudo bem, o que não mata engorda.

Fazia minhas torradas com geléia e uma gorda fatia de um queijo bem forte, enchia a caneca velha com água escaldante, mergulhava um sachê daquele chá negro e forte e estudava os outros hóspedes…
Japoneses, americanos, mexicanos, russos, franceses, alemães…
Jovens, casais, velhos…
Era muito interessante ouvir tantos idiomas diferentes já na mesa do café da manhã.

Saímos logo em seguida.

Rua-Astor

Não podia deixar de soltar suspiros apaixonados ao andar pelas ruas do nosso bairro.
Os Minis Coopers repousavam invocados nas calçadas úmidas.
Separei três que pareciam não ter donos. Perdi o clique daquele camaleão, que muda de cor.

Mini-01

Mini-02

Mini-03

Ano que vem será o ano do carrango na minha vida.
Dá até dó de começar a dirigir num desses…
Vou de “poizé” mesmo, já que não inventaram o carro inflável de borracha.
Não creio que deva ser muito barbeiro, uma vez que sou cuidadoso com as minhas coisas, mas que o Mini Cooper é lindo, ah, isso ele é.

Aproveitamos que a chuva havia parado durante a madrugada e cortamos o Hyde Park.

Hyde-Park-Ju

Hyde-Park-Ju-2

Não é sempre que temos o privilégio de passear num parque real.
Belíssimo!

Hyde-Park

O imenso parque que já foi palco para concertos de Madonna à Queen engolia o barulho da grande cidade.

Seu verde intenso, mesmo apagado sem a luz do sol, gerava-nos uma paz progressiva.
Quanto mais nos dirigíamos para o centro do parque, maior era essa sensação de bem estar.

Jardins perfeitos, árvores gigantescas.
Engraçado como as árvores são magníficas, e brincam com a nossa imaginação.

Hunting-Tree

Hyde-Park-Jo

Tree-2

Tree

As flores são perfeitas graças ao clima frio da época.

Encontramos o gigantesco Albert Memorial e a elaborada escultura Frieze of Parnassus.
Não há como registrá-la sem sacrificar alguma parte, é gigantesca.

Parnassus-01

Parnassus-02

Parnassus-03

Há uma atmosfera de fé circulando esse monumento.

Parnassus-04

E pensar que isso foi inaugurado em 1872…

Parnassus-05

Parnassus-06

Parnassus-07

Tão impressionante e maravilhosa que me senti insignificante ao seus pés.

Andamos muito pelo nosso bairro e descobrimos que ele era mais que um sonho.

Caminhamos ao redor do Royal Albert Hall:

Opera

Fomos nos informar sobre alguma ópera ou concerto pra assistir, pois a casa ficava nos fundos do nosso hostel. Pegamos alguns folhetos para planejar alguma coisa pra se fazer a noite sem nos preocuparmos com transporte, mas esquecemos.
O problema em se estar em Londres é que há tantas coisas pra se fazer, que vc acaba esquecendo de fazê-las por estar fazendo outras!

Conhecemos uma brasileira na floricultura de um bonito mercado. Entramos lá para almoçar, achando que seria um bom negócio, mas a brasileira disse que aquela região era um dos lugares mais caros pra se comer em Londres. Ela nos aconselhou ir a Oxford Street.
Claro que conversamos muito com a brasileira. Ela estava muito nostálgica e encontrar-nos foi bem emocionante para ela.
Trocou telefone, e-mails e disse para ligarmos pra ela se precisássemos de ajuda ou lugar para se hospedar. Eu e a Ju agradecemos, mas dissemos que essa era a nossa penúltima noite na cidade. Demos um grande abraço do Brasil na nova amiga e seguimos pra Oxford.

Como eu gostei de Oxford!
Lá, além de almoçar, compramos mais eletrônicos…

Na Oxford Street tem lojas de tudo.
O movimento de transeuntes é estonteante.
É um caos em meio aquele trânsito dos ônibus de dois andares…

Ficaria o dia todo ali apenas olhando as pessoas na rua.

Esticamos até Nothing Hills onde conhecemos o amigo português que nos ensinou o caminho até o restaurante mais gostoso de Fish ‘N’ Chips.

Portugues

Chegamos envergonhados no bonito restaurante.
Aquele restaurante escuro e perfumado parecia ser um lugar de muitos dedos e narizes torcidos.

Fish-&-Chips-Mesa

O gelo foi quebrado assim que nosso garçon veio nos cumprimentar.
Em poucos minutos eu já estava contando histórias do Brasil para o humilde mongolian garçon.

Fish-&-Chips-Mongolian-2

Disse pra ele que jamais tinha conhecido alguém da Mongólia, que era uma honra.
Pronto, foi o suficiente para cativar o garçon, que se mostrou extremamente simpático.

Ele nos trouxe uma porção generosa do prato tradicional, pois dividiríamos.

Fish-&-Chips

O Fish ‘N’ Chips pra quem não gosta de peixe é perfeito.
Aprovadíssimo!

Fish-&-Chips-Jo

Eu até estava com o pé atrás, pois não sou muito fã de peixe.
Mas foi só ver aquele prato crocante olhando pra nós, que eu até esqueci que era peixe.

Que combinação de sabores!
O peixe empanado é servido com molho tártaro, mushy peas (purê de ervilhas) e muitas, muitas batatinhas crocantes.

Humm… É um espetáculo gastronômico, pena ser tão gorduroso.

No final das contas, tiramos mais fotos com o simpático mongoliano.

Fish-&-Chips-Mongolian

A amizade foi tão instantânea, que até as inglesinhas que estavam no caixa quiseram tirar fotos com a gente.

Fish-&-Chips-Friends

Os clientes não entendiam aquela bagunça.
Eu fiquei literalmente vermelho de vergonha… Hahahaha…

Demos uma boa gorjeta.

A tarde fomos bater perna nas impecáveis lojas da região.
Voltamos pro hostel pra guardar as sacolas de compras e apanhar o tripé para algumas fotos noturnas.

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178- 03) Day At The Museum

Novembro 7, 2009 · 4 Comentários

Como o dia prometia, engolimos o café da manhã e saímos pra rua.
Caminhamos alguns poucos quarteirões e caímos dentro do Science Museum.

O dia estava chuvoso, e acho que por este motivo, escolher o dia para visitar museus foi uma sábia decisão.
Vc pode ir quantas vezes quiser nos grandes museus da cidade e não pagar absolutamente nada por isso.

Se há algo a aprender com o londrinos é que chuva não é desculpa para não se divertir.
A chuva em Londres é charmosa.
As pessoas continuam a caminhar na rua, continuam fazendo seus exercícios e suas compras.
A chuva em Londres é uma garoa fina, despretensiosa, que às vezes acontece apenas de um lado da rua.
Ela chega e vai embora sem avisar…

E assim entramos no gigantesco e colorido Science Museum.

Science

Science-Museum

Science-Airplane-Jo

Vc nem bem entra e já se vê rodeado por pequeninos e pequeninas falando sem parar um inglês carregado de sotaque.
É o cúmulo da “kawaiice” ouvir aquelas crianças completamente malucas expondo suas exclamações naquele idioma tão cinematográfico.

Eu e a Ju ficamos maravilhados com a luz daquelas criancinhas.
Apesar de muito educadas, eram por demais curiosas e questionavam seus professores a todo instante.

Era dia de excursão escolar e crianças pipocavam por todos os corredores e salões.
Para qualquer um sem paciência com crianças a experiência poderia ser traumática, para nós que adoramos foi excepcional.

Fossem as criancinhas em sua cidade natal ou os dois turistas brasileiros, éramos todos pequenos exploradores à se perder nesse enorme museu.

Vimos coisas que nem sonhávamos encontrar por ali, entre elas, a cápsula Apollo 10, lançada ao espaço em 68…

Capsula

Durante o regresso da Lua em 26 de maio de 1969, a Apollo 10 conseguiu atingir a mais rápida velocidade de um veículo tripulado, viajando a 39.896 km/h em relação à terra. Os membros da tripulação foram Thomas Stafford, John W. Young e Eugene Cernan:

apollo-10

Mas o mais impressionante, eu fui ver depois, pesquisando sobre na internet:

Apollo-10-Shield

É quase impossível imaginar algo tão fantástico.
Eu já fico maluco por andar de avião, que só de imaginar a viagem dessa cápsula e todos os fenômenos naturais que ela sofreu ao entrar na atmosfera…

Vimos algumas locomotivas…

Trem-1868

Entre elas, a primeira locomotiva a operar comerciamente, em 1813.

Puffing-Billy

A Puffing Billy, construída para atender a mina de carvão Wylan Colliery de Christopher Blackett, em New Castle.

will_hedley_puffing_billy

Adoro trens, adoro trilhos, túneis e mais ainda histórias de ferrovias!
Estar ali era bem especial.

Aviões pendurados no teto, carros de ponta-cabeça, um gigantesco faról…

Science-Airplane

O-Farol

… Peças industriais monstruosas, foguetes, mísseis, motores do tamanho de uma sala de aula, relógios, derivados do plástico, da borracha, satélites, bússolas, rádios, computadores, liquidificadores…

Horoscopo

Plastico

Rockets

Bussolas

Vitruviana

Borracha

Borracha-Joao

Tudo o que um dia fora inventado pela ciência podia ser encontrado em exposição, devidamente em ordem cronológica, com placas informativas e detalhes curiosos…

O museu é impecável.
Desde a sinalização aos cartazes e material gráfico de apoio ao visitante, tudo é de um bom gosto tremendo.

Halo

É muito mais que um SESC é, e olha que o SESC é referência mundial de coisa boa.

O Science Museu chega a ser até chato de tão legal que é.

Painel-Joao-Jussara

Painel-Joao

E assim, depois de percorrer e descobrir todos os andares, salões, corredores, gastar mais algumas horas no interessantíssimo shopping do museu (cheio de invenções caras para crianças de todas as idades), lutei contra a vontade de comprar um Skyhawk 1145 PM…

Ponderava matematicamente a futura aquisição, pesando arduamente a decisão de levar um trambolho desses pelo resto da viagem vs a satisfação que eu teria ao chegar em casa com um passaporte tão barato para as estrelas.

Por um lado o tamanho da caixa, do outro a convidativa bagatela de £140,00.
Por um lado o melhor investimento que eu poderia fazer com o meu suado dinheirinho, do outro a certeza de gastar minhas amadas libras até a última cédula numa única compra.

Havia brinquedos malucos que desafiavam a gravidade e todas as leis da física…
Mas não! Mil vezes não! Não era o momento de levar o Skyhawk 1145 PM mais barato que eu sequer imaginaria encontrar…
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh… Tão perto e tão longe…
Despedi-me dele, prometendo pra mim mesmo que voltaria para comprá-lo.

Tudo bem, deixa pra lá… Eu não teria um lugar para abrigá-lo mesmo…
Deixa eu arrumar uma sacada bem bacana pra ele que eu volto pra buscá-lo!

Tentei encontrar um robô como prêmio de consolação, mas só o Rovio custava £250,00, o I-Sobot £175,00…

Devia ter trazido um Hex Bugs Crab…
Pelo menos eram baratinhos e pequenininhos…

Eu estava maravilhado pelos brinquedos maravilhosos do Science Museum, mas também quem resiste?
Saquem só o que eles vendem lá na humilde lojinha deles:

Science-Site

Sai de lá com uma certeza: voltar nas próximas férias… Com muito mais libras no bolso.

Expo

Andamos alguns outros quarteirões do nosso bairro e encontramos o Natural History Museum.

globe_logo

Ao atravessar aquele portal dimensional, um sentimento de pena e perda se formou em meu coração. Fui atingido por uma vontade incomum em voltar a ser criança.
Queria poder ter tido a oportunidade de vivenciar este museu com meus cinco anos de idade.

Escada-Rolante

Ser criança ali naquele momento, com uma mente ainda intacta e cheia de espaço para se guardar experiências impressionantes, certamente poderia ser considerado um puta pontapé inicial para alguém se tornar ímpar em sua sociedade.

Terra

O Natural History Museum em uma realidade paralela, definitivamente seria o meu lugar favorito.
Chega a doer o cérebro só de pensar no quão bem ele me faria, no tanto que ele me influenciaria e no quanto ele me colocaria para questionar as questões da vida.

Terra-Joao

Mas esse sou eu, um guri que nunca se esqueceu da excursão à exposição/instalação no Sesc Pompéia, da visita ao Zoológico com a turma da escola, da passagem pela central dos Correios ou da visita à Estação Ciência.

Cresci com vontade de olhar mais para o microscópio.
Olhava através do telescópio e me questionava como olhar através do microscópio era tão similar.
O micro explica o macro e vice-e-versa.

Em algum momento da minha vida esqueci do quanto eu gostava de laboratórios ou do sonho de me tornar astronauta.

Se eu fosse londrino e tivesse especial museu em minha cidade, faria de tudo para compartilhar incrível descoberta.
Como eu não sou e tirando o fato de que a entrada ao museu é completamente gratuita, resta-me fazer boa propaganda para que meus conterrâneos cruzem o Atlântico até Londres para conferir tamanho estímulo cultural.

Subir aquela escada rolante era literalmente viajar ao centro da Terra.
Foi assim que chegamos à expo/instalação sobre a formação da Terra.

expo-terra

Lá estava a Islândia sendo citada outra vez…
Pra quem leu o clássico de Júlio Verne, não poderia haver jóia mais preciosa.

Pedra-Iceland

Monte Hekla… Que mágico!

Não há como ser justo no detalhamento emotivo ao se visitar o imponente museu, por isso é um pecado falar muito sobre cada clique.
Mil respostas.
Mil perguntas.

Natural

Não há como descrever a sensação de estar embaixo de um Diplodocus, aquele dino maior que uma quadra de tênis, tão pesado quanto dois elefantes.
Sim, aquele que só comia brotos nos topos das árvores… O preferido de 9 entre 10 crianças.

Natural-Dino-Gigante

Olhar para esse esqueleto montado nesse magnífico salão e contemplá-lo silenciosamente. Ter um momento de vislumbre do que deveria ser quando esses ossos protegiam órgãos e eram envoltos por músculos e gordura… Voltar 150 milhões de anos atrás e imaginá-lo com vida, andando pelas terras lá da América do Norte…

Dino-Jo

Dinos! Não há como não se lembrar dos primos pequenos, principalmente do Leonardo!

Amazing place! Lugar estonteante. Arquitetura maravilhosa abrigando tudo o que há de mais interessante para se contemplar.
Escadas, vitrais, colunas, naves, cúpulas, torres e passagens… As molduras para retratar natureza tão esplêndida…

Natural-Escada-Joao

Natural-Joao

Em certos momentos, era preciso estacionar o corpo e arejar a mente para continuar captando mais informações…

Peixes

Ponte

Tronco

Vitrais

Retomar o fôlego durava alguns suspiros mais longos…

Fosseis

Logo mais estávamos ativos novamente. Esquecíamos das pernas… Elas nem doíam mais.

Passaros

Vimos pela primeira vez, em toda a viagem, nosso reflexo.

Espelhos01

Espelhos02

Espelhos03

Espelhos-Baby

Rimos muito!

A cada sala que entrávamos, algo para se surpreender…

Dino-Ju

Algo para aprender…

Big-Baby

Não sei se foi nós que os encontramos ou se foram eles que nos encontraram, mas o salão dos animais em escala real era belíssimo:

Baleias

Baleias-Joao

Baleias-Ju

Baleias-Zoio

Tantos registros, tantas fotografias…
Essas aqui escolhidas, são apenas uma insignificante parte do que é viver isso de verdade.´
É como implantar um chip de upgrade diretamente no cérebro da gente. É investir em si mesmo. Captar conhecimento da maneira mais gostosa que existe.

Permitam-se!
E se ainda assim vcs acharem que uma viagem dessas não é muito sua praia…
Dêem essa visita de presente para si mesmos!
Dêem essa visita de presente para seus filhos!
Dêem essa visita de presente para alguém que vcs tenham carinho!

Não vivam sem tal estímulo.

Não há como não se sentir pequeno lá dentro.
Não há como não se sentir importante lá fora.

Fachada-Caminhando-0

Fachada-Caminhando

Não há como não se surpreender com o passado.
Não há como não se divertir com tantos presentes.
Não há como não se imaginar ali num não tão distante futuro.

Fachada

Ps: Meu Deus do céu, imaginem quando eu for escrever sobre o Louvre! Preciso de outro esquema! Esse post acabou com as minhas forças digitais! Hehehe…

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