Ps: Watch in HD.
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Categorias: Music · Performance · TV
Nunca é fácil conseguir entradas VIP para a SPFW.
O meu lema é ir até lá!
Margear as redondezas.
Pescaria da boa.
Algo bom sempre acontece comigo ali.
Jamais voltei pra casa sem boas histórias pra contar.
Com essa edição não foi diferente.
Saímos da Criacittá direto pro pavilhão.

Encontrar o pavilhão da bienal todo fashion dá sempre um friozinho na barriga.
A gente nunca sabe direito o que esperar de uma SPFW.
Por mais que o meu ramo lá dentro seja o marketing cenográfico, eu amo todas essas intervenções artísticas que acontecem nesse evento.
A moda é a desculpa perfeita para fazer o melhor tipo de arte.

Nem bem subimos a rampa e a paixão pulsou vermelha na nossa frente.

Tentei encontrar os marinheiros tatuadores para gravar essa linda recordação no meu braço, mas eles deviam estar ocupados em algum outro canto.
Gravamos a recordação do jeito que pudemos.



Estávamos procurando o Lounge da Tam quando vejo algo impressionante.
Nesse momento deu um orgulho tão grande de fazer parte da família Criacittá.
A ousadia, o movimento, a luz e as cores…
Tudo fez sentido.

A onda colorida tingiu o espetacular painél de 600 pares de sandálias que formavam uma imensa Havaianas.
Nessa hora a gente sente um orgulho invadir cada pedacinho do nosso corpo.
Uma idéia.
Várias mãos envolvidas.
Uma sensação indescritível ver o produto final.

As sandálias pareciam ter alma.
Elas dançavam sem sair do lugar.

É maluco demais vc ter tido esse projeto na tela do seu computador.
Por mais que seja um processo de muitas mãos, passou pela sua.
Num dia estava na tela do meu computador, no outro atrás de mim como background para a foto!

Olha as texturas que a Manu tanto mexeu, recortou, coloriu e pintou:

Nem a Micha resistiu ao encanto desse painél.
As pessoas paravam deslumbradas tentando compreender a interação, a construção.
Até a gente que sabia como a coisa funcionava ficava de boca aberta.

Então, adentramos o Lounge Tam.
Mon Dieu.
O Wado havia se superado mais uma vez.

A alegria não dava pra ser evitada. Vazava pelo nosso sorriso.

Reflexès.
Concebido como tributo ao Centro de Artes Georges Pompidou.
Remete a uma Paris moderna e abriga uma exposição de várias Torres Eiffel e imagens do Cristo Redentor de madeira pintadas por personalidades brasileiras e francesas que expressam a paixão entre Brasil e França.

Grande time:

O segundo Cristo mais bonito do espaço:

O mais bonito era o do Wado.
Dava gosto de ver o chefe, na correria do seu dia a dia, entre suas mil reuniões, sentado em sua mesa decorando seu Cristo.
Vários pedaços cortantes de vidro ganhavam forma, pistolinha de cola quente na mão, correndo contra o tempo…
Por mais fenomenal que seja o trabalho que a Cria faz para os seus clientes. O diferencial do nosso trampo está exatamente nessa maneira de fazer as coisas com carinho.
Por mais empresarial que seja o processo, tem muito coração, muito sangue e muito espírito de família misturados a esse profissionalismo.
Acho que esse é o segredo. O ingrediente extra para tanto sucesso.

Figurinos da Isa:

Nos divertimos!

Little Sis…

Era hora de curtir, rir e admirar o trabalho feito.
Superação! Sofisticação! Impecabilidade!

Pegaram-me “dis costas”. Conheço alguém que vai gostar do meu pescoção! Hehehe…

O clima estava delicioso. Pessoas animadas, ótima paisagem, comida e bebida a vontade e essa turminha nota dez da cria…

Nessa hora do show, eu fiquei mais vermelho que as paredes do lounge…

Acho que alguém virou fã de SPFW.

Mas também não é pra menos.
Ser VIP é bacana demais.

Beautiful Sis.

Bah, todo mundo feliz!
Não há preço que pague essa sensação de trabalho bem feito.

Equipe talentosa! A gente faz direito até com venda nos olhos!

Micha poser.

Na hora de ir embora, a Mel conseguiu VIPs pro Lounge da Isto É Gente!

Gente, como a gente causou ali!

Até beijo do Filipe eu ganhei!

Porque “We Don´t Need Another Hero”…

We are f…
Categorias: Fashion · Friends · Work
Etiquetado: Criacittá, SPFW 2009
17/06/2009
(Ederli Fortunato) A estreia da segunda temporada de True Blood, no último domingo, teve público expressivo nos Estados Unidos. O episódio somou 3,7 milhões de espectadores, o que o torna a maior audiência da HBO desde o episódio final de Família Soprano, exibido em junho de 2007.
O episódio também marcou uma audiência 157% maior do que a estreia da série e 51% maior do que o último episódio da primeira temporada. O sucesso é ainda maior quando se sabe que o episódio foi exibido no mesmo dia da final do campeonato de basquete da NBA entre Lakers e Magic. Somado com a audiência da reprise, exibida às 23 horas, o total de espectadores chegou a 5,1 milhões de pessoas.
No enredo de True Blood, ambientado no sul dos EUA, sangue artificial engarrafado e comercializado em massa torna possível aos vampiros conviver com os humanos. A série é baseada nos livros de Charlaine Harris e tem sido um sucesso também em DVD, onde gerou 30 milhões de dólares em vendas em poucas semanas. O programa é também um dos mais baixados do iTunes. Os lucros são bem vindos, uma vez que cada episódio de True Blood custa 4 milhões de dólares, o dobro do normal de um episódio de série dramática em TV.
O único lugar considerado problemático para True Blood é a venda do programa para fora do mercado de TV por assinatura, em que o conteúdo gráfico dos episódios – na estreia do ano dois a atriz Anna Paquin aparece nua – exigiria cortes para poder ser exibido em canais abertos nos EUA.
Para baixar a legenda e o torrent do arquivo em HD, clicar na imagem.
Categorias: TV
Etiquetado: True Blood S02E01

Quando fui ao Shopping Bourbon dias atrás, vi que o Cinema Imax de lá estava com o Space Station 3D na programação.
Oras pois, não era esse documentário que mostrava algumas cenas do grandioso Sergei Krikalev?
Fiquei com aquilo guardado na mente.

Meus ídolos sempre são incomuns.
Nomes desconhecidos, capacidades singulares, feitos memoráveis.

São poucas as pessoas que desejo conhecer pessoalmente.
Mr. Sergei Krikalev é definitivamente uma dessas poucas pessoas.
Com certeza a conversa seria muito interessante:
Poucos são tão sábios.
Poucos presenciaram tantas panorâmicas como essas.
Esse senhor deve ter muitas histórias pra contar.

As viagens espaciais sempre me encantaram.
Sonhei ser astronauta por toda a minha infância.
É um sonho recorrente. Tenho até hoje.

Basta subir um pouquinho mais alto, em algum lugar um pouco mais elevado, que já fico reparando na curvatura do horizonte.
As alturas me fascinam.

Subir, subir, subir…
Romper as diferentes atmosferas.
Fazer o azul claro do céu diurno transformar-se no infinito negro do espaço sideral…
Que garoto em sua infância nunca sonhou ir até à Lua?
Que garoto, hoje homem, pode gabar-se em dizer que realizou esse sonho?
É muito mais que ganhar sozinho o maior prêmio da loteria.
A questão é, por mais que sejamos formidáveis, inteligentes, superdotados ou capazes, ser astronauta, e ser um bom astronauta, que vai pro espaço uma vez e volta uma segunda, terceira vez, é ser um pouco divino.
É isso o que faz desse senhor de quase cinquenta anos, ser meu grande ídolo.
Fui nesse domingo gay lá no Imax do Bourbon conferir esse documentário.
Apanhei os óculos 3D, algo pra beber e um pacotinho de pipoca e entrei numa máquina do tempo.
Senti minhas pernas encolherem, de modo que ficaram a balançar na enorme poltrona do cinema.
Havia sofrido mágica.
Deveria estar com uns 5 anos.
A tela de quase 21 metros do Imax se encheu de imagens dos meus sonhos recorrentes.
Que experiência fantástica!
Acompanhei o ídolo da Terra ao espaço.
Mergulhei nas panorâmicas.
Sou uma dessas pessoas que jamais se esquecem o lugar mais distante por onde passaram.
Sou uma dessas pessoas que gastam horas admirando as estrelas do céu.
Era aquela criança que numa viagem de carro, deitava a cabeça pra trás pra ver as luzes dos postes lavarem a escuridão de luz.
Era aquela criança que deixava a alma amarrada nos lugares que nunca mais iria voltar e chorava por eles.
Sempre cheguei antes nos lugares, mesmo sem conhecê-los.
De tanto imaginar o fim do universo, o limite do mundo, já entrei em parafuso.
Consigo enxergar microscopicamente os fragmentos de poeira que estão grudados no meu globo ocular.
Vejo cores quando fecho meus olhos. É como tv fora do ar. Existe um ruído elétrico que preenche todo o meu campo de visão, mesmo quando estou de olhos fechados.
Sinto o ar passar da garganta para dentro do ouvido.
Consigo liberar alguma substância na minha medula com um simples pensamento, e ela percorre o meu corpo como um arrepio. Dever ser adrenalina…
Deveria ter sido astronauta, mas como sou ruim com a Matemática.
Já escrevi crônicas sobre a minha viagem até as alturas.
Sonho estar voando baixo.
Todos esses pensamentos vieram a mente durante o documentário.
A experiência tridimensional mexeu com todos os meus sentidos.
Vi o ídolo irradiante de felicidade, despedir-se dos seus queridos.
Aquela neblina no Cosmódromo de Baikonur era alienígena.
A força da propulsão dos foguetes de lançamento arrepiaram os pêlos do corpo.
O homem é formidável.
Atinge o céu.
Ultrapassa-o.
Ver o planeta lá de cima é um exercício de humildade.

Não há fronteiras entre os povos.
Dá pra mensurar o tamanho do estrago que a mão do homem faz.
Impressionante a vida lá em cima na Estação Espacial.
Incrível reparar como todos trabalham com um sorriso estampado no rosto.

Bah, preciso voltar lá no Imax e levar algumas pessoas fundamentais.
Por mais que aqui escreva, não vou conseguir chegar nem aos pés do que foi essa experiência tridimensional.
Ps: Sergei Konstantinovich Krikalev (Сергей Константинович Крикалёв) (Leningrado, hoje São Petersburgo, 27 de agosto de 1958) é um cosmonauta russo e um dos maiores veteranos do espaço, integrante de sete missões espaciais soviéticas, russas e norte-americanas e habitante, por duas vezes, da Estação Espacial Internacional e da estação espacial russa Mir.

Tem o apelido de ‘último cidadão da União Soviética’, pois na virada de 1991-1992 ele passou 311 dias a bordo da Mir, enquanto a URSS se desintegrava em diversas repúblicas na Terra. Foi ao espaço como soviético e retornou russo. Ele é também o ser humano com mais tempo passado no espaço, num total de 803 dias 9 horas e 39 minutos.
Categorias: Cinema · Culture · Dreams · Introspective · Magic · Universe
Etiquetado: Сергей Константинович Крикалёв, IMAX, Sergei Konstantinovich Krikalev, Shopping Bourbon, Space Station 3D




Sim, montei uma banda e estou tendo aulas de guitarra com essa belezura æ! Hehehe…
Até domingo a noite, estarei completamente ocupado.
Deixem recado.
Fui.
Categorias: Games
Etiquetado: Guitar Hero World Tour, Rock Band Track Pack Volume 2
Meu Deusssssssssssssssssssssssss! Que viagem ácida!
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, eu quero, eu quero, eu quero, eu quero!
Mas esse æ só sai em Setembro.

Imaginem o preço dessas belezinhas!
Acho que não vou resistir.
Vou pegar uma guitarra Fender Stratocaster da Rock Band 2 mesmo pra ir treinando e em Setembro eu embarco nesse submarino!
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, olhem só essas novas guitarras:

Ah!
Ah!
Ah!
Que crime! Que crime! Justo agora que não posso fazer loucuras!
Já pensaram num Rock Band mais pop? Com Cyndi Lauper, Madonna, B-52’s, Tina Tuner, Michael Jackson…
Ps: Tracklist
A Hard Day’s Night
All My Loving
And I Love Her
And Your Bird Can Sing
Baby’s in Black
Back in the USSR
Birthday
Can’t Buy Me Love
Come Together
Day Tripper
Dig a Pony
Don’t Let Me Down
Drive My Car
Everybody’s Got Something to Hide Except Me and My Monkey
Get Back
Good Morning Good Morning
Hello Goodbye
Help!
Helter Skelter
Here Comes the Sun
Hey Bulldog
I Am the Walrus
I Feel Fine
I Saw Her Standing There
I Wanna Be Your Man
I Want to Hold Your Hand
I’m A Loser
I’m Down
I’ve Got a Feeling
I’ve Just Seen a Face
If I Needed Someone
In My Life
Lucy in the Sky with Diamonds
Octopus’s Garden
Paperback Writer
Please Please Me
Revolution
Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band
She Loves You
She Said She Said
Something
Taxman
Ticket to Ride
Twist and Shout
While My Guitar Gently Weeps
Categorias: Games
Etiquetado: Rock Band 2, Rock Band The Beatles

Finalmente!
Hoje é um dos dias mais importantes da minha vida e da vida da minha família!
Hoje é o dia que assinei o contrato para meu futuro apartamento, para o nosso futuro apartamento.
Que seja sagrado!
Até 2011!
Categorias: Dreams
Etiquetado: Sonho Realizado

Estava eu no conforto do meu sofá, joystick na mão, jogando e me divertindo horrores com LittleBigPlanet quando fiquei petrificado.
Larguei o controle na hora e fui aumentar o som da trilha sonora daquela fase.
Que som era aquele?
Que som divino era aquele?
Meu, eu não tinha noção de que uma simples fase pudesse revelar uma música perfeita.
Bah. Não conseguia mais jogar. Deixei a música fluir.
***Tapha Niang Mp3 Download***
A fase da girafa, dos gorilas. Jungle beat!
Meuuuuuuuuuuu, que gostoso jogar um game assim.
Uma fase perfeita, diversão sob medida, trilha sonora perfeita.
Isso mexe com o coração da gente, deixa a gente mole.
Música é tudo de bom.
Música boa então…

Só depois, bem depois, fui descobrir que aquela música instrumental era a música tocada por Toumani Diabaté e sua Simétrica Orquestra.
Diabaté é um virtuoso tocador de kora de 21 cordas que nasceu na capital do Mali, Bamako, numa família excepcional de músicos de kora. Ele é o maior virtuoso desse instrumento – uma espécie de harpa com uma caixa de ressonância feita de uma grande cabaça cortada ao meio e fechada com uma pele de vaca –, e o guardião de uma tradição clássica com mais de 700 anos.
Puta coincidência.
Quem é bom, por mais que a gente ouça apenas uma única vez e não dê tanta importância, sempre volta lá na frente.
Eu sentia que já tinha ouvido falar nesse cara.
Claro que tinha, foi ele que participou do álbum Volta da Björk.

Foda, a islandesa sempre tá um passo a frente.
Eu já tinha baixado a trilha sonora do game e sincronizado no Ipod, mas até então só havia escutado Café Tacuba e Atlas Battle.
As outras faixas eu sempre passava.
Eu estava por demais viciado nessas duas músicas, ouvindo sem parar, sem parar, tipo, indo pro trampo e deixando no repeat até chegar lá.
Foi assim que descobri Tapha Niang.
Uma flechada direta no coração.
Mas então, reparei que a versão tocada no game era diferente da versão da trilha sonora.
Fui pesquisar essas versões e acabei encontrando uma polêmica:
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(A Sony Computer Entertainment colocou no ar uma atualização para “LittleBigPlanet” que remove a letra da canção “Tapha Niang”, que traz passagens do Alcorão, o livro sagrado dos muçulmanos. A música continua no game, mas agora é apenas instrumental.
Por ora, a atualização está disponível apenas na Europa, mas deve chegar aos Estados Unidos em breve. O processo é automático, bastando rodar o game com o PlayStation 3 conectado à internet.
O imbróglio começou quando se descobriu que uma das músicas do game tinha referências ao Alcorão. Isso fez com que a Sony fizesse um recall do game, adiando seu lançamento.
Para corrigir as cópias já vendidas, agora foi lançada uma atualização online.
“LittleBigPlanet” é um game multiplayer de quebra-cabeça e interação social. A proposta do título é inovadora: trata-se de um jogo livre, em que os próprios jogadores inventam brincadeiras diversas, moldando as fases como desejar. Esses estágios podem ser compartilhados com outros usuários e a idéia é ter cada vez mais variedade, em conformidade com o espírito da web 2.0, em que a colaboração do público assume papel fundamental.
Em entrevista ao site da revista inglesa Edge, M. Zuhdi Jasser, presidente da organização sem fins lucrativos American Islamic Forum for Democracy, disse não concordar com a censura de “LittleBigPlanet” por conta de uma canção licenciada que cita duas passagens muito conhecidas do Alcorão, o livro sagrado dos muçulmanos.
“Os muçulmanos não podem se beneficiar da liberdade de expressão e religião e depois se virarem e pedirem, a qualquer momento em que forem ofendidos, que a liberdade alheia seja restrita. O mercado livre permite a expressão de desfavor ao simplesmente não comprar o game que pode ser ofensivo”, diz Jasser.
Ainda sobre o tópico, Toumani Diabate, músico responsável pela canção em questão, falou ao noticiário britânico News at Tem: “É bastante normal tocar música e ser inspirado pelas palavras do Profeta Maomé. É minha maneira de atrair e inspirar as pessoas em direção ao Islã”.
No entanto, a opinião de Diabate não é compartilhada por Shaykh Ibrahim Mogra, do Conselho Muçulmano Britânico: “Os muçulmanos acreditam que o Alcorão é a verdadeira palavra de Deus e o dá o mais devido respeito. Portanto, se estas forem usadas como acompanhamento de música ou se forem usadas em jogos ou comerciais — isto irritaria, ofenderia e magoaria muitos muçulmanos”.
A Sony Computer Entertainment Europe adiou o lançamento do título para PlayStation 3 depois que foram descobertas referências ao Alcorão, o livro sagrado do islamismo, em uma música de uma das fases do jogo.
“Durante o processo de revisão para o lançamento de LittleBigPlanet, chegou à nossa atenção que uma das músicas de fundo licenciadas de uma gravadora para uso no jogo contém duas expressões que podem ser achadas no Alcorão,” admitiu a companhia em uma declaração oficial.
“Nós entramos imediatamente em ação para retificar isso e pedimos sinceras desculpas por qualquer ofensa que possa ter causado”.
As duas frases encontradas na música da terceira fase (intitulada “Swinging Safari”) diziam “Todas as almas devem ter o gosto da morte” e, logo a seguir, na mesma música, “Tudo que está na terra deve perecer”, ambas na língua árabe.
A Media Molecule publicou uma declaração em seu site dizendo que queria liberar um arquivo de correção logo após o lançamento para remover as “expressões” do Alcorão, mas em vez disso a Sony preferiu fazer um “recall” das unidades enviadas para as lojas e adiar o lançamento para uma data posterior.
“Nós descobrimos ontem que há uma música em uma das trilhas licenciadas que algumas pessoas podem considerar ofensivas, e que passaram despercibas pelo usual processo de produção”, disse um representante no fórum da empresa.
“Obviamente a Media Molecule e a Sony juntas trataram seriamente do assunto. ‘LBP’ deve ser divertido para todos. Então, dentro de 12 horas de discussão sobre esse problema envolvendo uma música, preparamos uma patch automático instantâneo e já tínhamos um novo disco imagem pronto; entretanto, uma decisão foi feita internamente pela Sony que a coisa certa a ser feita pela qualidade e pelo suporte às pessoas sem internet foi substituir os discos existentes. Eles nos asseguraram que estão fazendo tudo que estão ao seu alcance, da maneira mais rápida possível, e vão anunciar novas datas em breve”.)
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(Algum desocupado, que não tinha nada melhor pra fazer e que deve ter problemas de relacionamento sérios, estava jogando o beta de LittleBigPlanet e ouviu duas frases em uma das músicas do jogo que lhe pareceram familiares. Acontece que o desocupado falava árabe e as frases eram em árabe.
Acontece que as frases eram duas citações do Corão, o livro sagrado da fé Islâmica.
Acontece que o desocupado supracitado resolveu escrever no fórum da Sony que considerava ofensivo o fato de seu livro sagrado ser citado em uma música.
Acontece que a Sony agora vai retirar a música do jogo, e com isso o lançamento do jogo foi atrasado em uma semana.
É… eu vejo tudo e não morro.
Só por curiosidade, as duas frases querem dizer “E toda alma deve provar o gosto da morte” e “tudo que está na Terra perecerá”. Será que se eu falar que considero ofensivo o fato de terem transformado Kratos em um bichinho fofinho eles tiram o personagem do jogo?
Até que ponto as crenças de alguém podem ditar as regras em uma indústria multimilionária como a dos videogames? Será que o mercado árabe é altamente estratégico para a Sony em sua busca pela dominação mundial? Será que os caras não podiam simplesmente dizer “Ok. Entendemos, mas se você se considera ofendido, não jogue, oras bolas. Agora dá licença que tenho mais o que fazer”?
O problema todo, na minha opinião, nem é o fato do jogo ser atrasado, mas o fato da Sony resolver tirar a música do jogo. O problema mesmo é a abertura de precedentes. Se todo mundo que se sentir ofendido com alguma coisa começar a exigir mudanças em jogos, os jogos vão desaparecer. E daí não teremos porquê escrever no Continue, por exemplo.
Lição Toon de hoje: antes de colocar músicas com frases em outra língua no seu grande hit do ano, contrate um tradutor.
[via Arstechnica]
UPDATE: MediaMolecule diz “patch”. Sony diz “Recall”. Sony rula.
Em seu site, a produtora de LittleBigPlanet disse que queria lançar um patch para remover as frases ofensivas da música do jogo, mas a Sony resolveu que a única maneira de consertar a burrada era um total recall do jogo.
De acordo com o post, a MediaMolecule já tinha preparado um day-0 patch (uma correção automática online) e uma nova imagem do disco. Mas a Sony resolveu que tinha que pensar nos pobres coitados que não possuem conexão com a internet em seus PS3 e que o melhor a fazer era chamar todos os discos de volta à base, destruí-los e começar tudo do zero.
Enquanto isso, no fórum onde essa idiotice toda começou, o suposto usuário que deu o pontapé inicial nessa questão toda postou um pedido de desculpas por “parcialmente causar o atraso do lançamento do jogo”.
“Parcialmente”?? Qualé! A culpa é toda tua!
[via videogame247])
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Excerpt from MTV Multiplayer October 21, 2008
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Given all the discussion of Toumani Diabate’s song, what hasn’t been explained is what the song is actually about. His label provided MTV Multiplayer this description:
In the song, “Tapha Niang” (taken from the World Circuit/Nonesuch album “Boulevard de l’Independance”), the singer, Moussa Diabate, adapts a traditional Malian song about the death of a much-loved hippopotamus who has been shot by a white hunter.
In the original song (Mali Sadjo) the griots of the village sing about how difficult it is to be separated from your loved one in death.
The singer adapts this song in “Tapha Niang” to lament the death of his brother Mustapha, who died very young as a child.
Moussa draws on the excerpts from the Koran to console him & help him overcome his bereavement.
In this way, his intention (”Neeyah” in Islam) is a good one. He is not blaspheming or taking the Koran out of context.
He is trying to draw strength from the words of the Prophet.
(”kollo nafsin tha’iqatol mawt”, literally: ‘Every soul shall have the taste of death’).
(”kollo man alaiha fan”, literally: ‘All that is on earth will perish’).
It is important to remember that everyone – no matter who you are or what you do – will die one day. It is the will of God.
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Cara, parece até piada surreal! Em pleno ano de 2009 e ainda estamos discutindo assuntos como estes.
Vamos lá pessoas desse LittleBigPlanet, viremos a página!
Como algo tão lindo pode ser interpretado dessa forma?
Que perigo há nessa letra?
Que desrespeito há manter a letra da música num jogo?
Quanta babaquice!
O que mais me deixa triste, é que mesmo que nosso árabe não seja tão fluente assim, ainda tem gente que move montanhas por coisas tão, tão, tão dispensáveis.
Quem está mais errado? O tiozinho que reclamou, o tiozinho que colocou a música na trilha ou o tiozinho da Sony que mandou fazer o patch pra remover as frases ofensivas do tema?
Seja qualquer um dos três, santo tiozinho que colocou a música na trilha. Sem ele… Hehehe…
Pontos pro Mr. Diabaté. É impressionante que uma canção, que esteja disponível por mais de dois anos, somente está recebendo agora a atenção controversa para sua inclusão no jogo do PS3 da Sony.
Categorias: Games · Music
Etiquetado: LittleBigPlanet, Tapha Niang, Toumani Diabaté