ZOODOJOO

Entradas do Outubro 2008

90- Sangue Novo (Sem Spoilers)

Outubro 31, 2008 · 2 Comentários

Atualmente, tenho sustentado poucos vícios.
Enquanto Lost não retorna, a gente se vira como pode.
Sangue sintético é a solução! Santos japoneses!

Que vontade de experimentar! É que nem barra de chocolate Wonka…
Bonito demais pra não se provar…

O foda é que quando começam a pipocar novidades, é uma atrás da outra.
Dexters e Ugly Betties a parte, vim aqui falar um pouco sobre uma série simplesmente fantástica: True Blood.

Ainda não dá pra falar tudo o que quero – poucas pessoas a assistiram.
É por isso que vou falar pouco e mostrar mais.

Descobri outro dia, por acaso.
Lá estavam eles, os torrents e as legendas dos três primeiros episódios…

Confesso que histórias sobre vampiros, hoje, já não me atraem como antigamente.
Mas se algo me puxou para True Blood, foi o fato de saber que havia dedo dos produtores de Six Feet Under…
Tá certo que o selo de qualidade HBO é outro chamativo piscante…
Na verdade descobri isso passeando pela Outerspace…

Resolvi baixar para conferir.
No máximo se fosse muita viagem, eu teria apenas perdido tempo de download e dispensado alguns cliques de mouse para excluir os arquivos…

O primeiro episódio é bem viajado, mas o universo abordado é promissor e singular.
Talvez por esse motivo, as coisas passem rápido demais aos olhos e ao entendimento. Definitivamente não assimilamos tudo numa única vez, são muitos detalhes. É preciso passar os olhos uma segunda vez…

O segundo episódio já te deixa intrigado.
Os personagens secundários ganham destaque, te cativam…

O terceiro vc já está de quatro pela profundidade, pelos pequeninos dramas que se ampliam…

No quarto episódio vc já está mergulhado…

Assisti o oitavo esses dias e posso dizer sem rodeios, não só tem dedo dos produtores de Six Feet Under, como tem alma de Six Feet Under…
Bom demais…

True Blood é uma série diferente sobre vampiros diferentes.

O sangue dos humanos ainda é uma uma peça importante na história dos vampiros, mas o bacana aqui é que o sangue dos vampiros é muito mais interessante para a vida dos humanos.

Isso sem falar da deliciosa embalagem de Tru Blood, o sangue sintético engarrafado e desenvolvido pelos japoneses.

Os vampiros já não são mais os mesmos…

A fórmula é infalível.
Imagine uma cidadezinha caipira no interior dos Estados Unidos, uma avó do tipo avó do Peter Parker, vampiros e mais vampiros, uma garota que pode ler a mente das pessoas, uma menina bocuda com um coração de ouro, um jovem tarado divertidamente atrapalhado, um gay contrabandista, uma possuída, a fofoqueira, o bom garoto, o dono do bar…
Junte tudo àquele diferencial que é a impecabilidade e o timming perfeitos de Six Feet Under e pronto, não há como resistir.

True Blood te pega pelo pescoço.
Protagonistas cativantes, coadjuvantes precisos.

Toda vez que sai episódio novo, revejo todos os anteriores de uma única vez.

Em cada novo episódio, mais personagens interessantes.
Nem sempre o mais jovem é o menos experiente. Basta observar o olhar do poderoso Eric ou do misterioso Bill.

Dizem os mais sábios, que os antigos vampiros adoravam brincar com palavras.
Fangtasia é o nome da experiência mais excitante e perigosa. Quase uma Disneyland sexual.
Lá, humanos e vampiros celebram os prazeres carnais.

Bom, falei demais.
Vou esperar que mais pessoas assistam.

Os torrents e as legendas dos oito primeiros episódios, vc encontra ***AQUI*** para download.

Enjoy it! Recomendadíssimo.

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89- ZooDoJooIn12oGBIpodMode

Outubro 27, 2008 · 1 Comentário

Demorô, mas finalmente é meu.
O mais bacana, foi a forma como eu o adqüiri, mas isso é história pra outro post…

E viva o poder dos 120 gigaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaas!

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88- PPP Feat. Karma Stewart – On A Cloud

Outubro 26, 2008 · 1 Comentário

A melhor música da Oi Fm!

Download Mp3 Aqui

Mais Old School impossível!

Ps: Alguém sabe como faço pra configurar as cores do meu Photoshop? O branco tá amarelo! Help, help!

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87- Tridimensionalize-se!

Outubro 12, 2008 · 2 Comentários

Esse final de semana foi corrido, comprido e muito divertido.
Dei-me o tão almejado curso de 3D Studio Max.
O curso introdutório, com suas 20 horas, ocupou todo meu sábado e todo meu domingo.
Sabia que iria ser puxado, cansativo e que me perderia nas mil e uma informações, mas sabia também que iria ser apaixonante, inesquecível e sagrado.

8 às 18!
É preciso ser muito maluco pra trocar o fim de semana de descanso por um fim de semana de avanço.
Mais maluco ainda é sacrificar todos os finais de semana até Dezembro…

Tava doido pra me dar uma linda tv de LCD, dessas que daria pra ligar o Ps3, quem sabe um Wii…
A bonitinha vai ter que se contentar em vir morar aqui lá pra 2009, pois meus planos, pelo menos por enquanto, estão longe de ficar em casa…

22:26hs. Domingo, 12 de Outubro de 2008.
Dois dias…
É impressionante pensar que em apenas dois dias, um universo inteiro de possibilidades me foram apresentadas.

Em certos momentos desse final de semana, na sala de aula, eu me perguntava por que raios eu ainda não havia entrado nesse mundo.

O 3D me foi apresentado por um professor apaixonantemente maluco. Físico-publicitário, molecão de 40 e poucos, ufolomaníaco, figuraça do dedo mindinho até o último fio de cabelo.
A classe de cuecas se mostrou talentosa. Um bando de marmanjos com histórias peculiares, com trabalhos diferentes e com um único objetivo. A única menina da sala era a lousa.

Eu havia me esquecido que nessas, além da gente trazer na bagagem o conhecimento, a gente também traz novas amizades…

A cada item, a cada assunto, mais e mais paixão.
Ferramentas e mais ferramentas.
A técnica era matemática, precisa, complicada. Na minha mente as possibilidades resultavam em arte, intuitiva, ingênua.

Nos minutos de intervalo, a escola nos servia lanchinhos, doces e sucos.
A turma de maquete, arquitetura e os manos do 3D trocavam figurinhas. Todo mundo lá tinha algum portifólio ou cartão pra trocar.
Nesses momentos, o Profº Joe e a Profª Neide (grandes amigos da Criacittá) queriam saber de tudo. Seu eu estava gostando, se era aquilo mesmo que eu havia imaginado…
O almoço rolava sempre na praça de alimentação do Shopping Santa Cruz. A Cadritech é logo ali ao lado.

Voltávamos todos às 14hs e até o próximo intervalo de 15min, mais mil tópicos eram abordados.

Muita informação!
Tem uma hora que vc pensa que não vai mais conseguir capturar mais nada, mas æ o professor solta uma bomba engraçadíssima e os que estavam sonolentos acordam.

Classe maravilhosa. Gurizaida de todas as idades.
Senhores com mais de 50, jovens casados, garotada de cursinho…
Aeronáutica, Ita, Videomakers, publicitários, designers, colegiais…

Tanta gente diferente com o mesmo objetivo…

Enfim, após chegar em casa e resgatar uma hora de sono, meu primeiro módulo está brilhantemente concluído.
Inacreditável pensar que pelo menos um pouco da conversa da turminha do 3D lá na Cria já não vai mais soar como outro idioma.

Maravilhosa sensação em ter esse upgrade dentro de mim.
É como se eu houvesse ganhado mais percepção ou estivesse com novos olhos.

Semana que vem, dou início ao Módulo 2.
Estou sedento por mais e mais conhecimento.
Não vejo a hora de começar a criar em 3D!
Vai ser mais que sagrado. Vai ser o meu diferencial!

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86- Novo Vício: True Blood (HBO)

Outubro 6, 2008 · 2 Comentários

Dessa bebida eu tomo até a última gota.

***Download Legendas Pt + Torrents dos quatro 1º Episódios***

Assistam!
É bom demais!

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85- Skol Beats 2008

Outubro 5, 2008 · 3 Comentários

Esvaziei minha carteira.
Apanhei a câmera e encapei-a com o couro da dita cuja.
O volume resultante poderia ser mal interpretado. Mesmo assim, eu deveria arriscar.

Guardei os ingressos no bolso interno do agasalho.
Apanhei boné, alguns graúdos, certos documentos, meu protetor labial, algumas balas… Nada pra pesar muito…

Refresquei desodorante pelo corpo todo.
Borrifei perfume nas partes corretas…

Calcei um tênis confortavelmente colorido e deixei minha casa exatamente ao som das doze badaladas.

A balada prometia…

Encontrei um Mr. Ber pontualmente perdido e ansioso.
O guri estava mais elétrico do que eu.

Chegamos minutos depois ao Inferno Eletrônico.

A festa pipocava de longe. Dava pra sentir a vibe.
Os ingressos escorregavam da mão! Davam choque.

Adentrar o Skol Beats 2008 foi uma experiência única.
Todo o trabalho de três meses de Cria estavam ali, transformados, colados, amarrados, encantados…

Nem bem entrei e não pude me conter. Já estava em transe profundo.

Lá estava o palco. As testeiras. Os vetores…

Aquilo que havia começado com um simples puxãozinho de mouse havia se transformado em algo grandioso…

Nem bem entramos e já conhecemos duas japinhas graciosas que nos acompanharam até o outro lado da festa.

As minhas testeiras!
Caixa, bilheteria, bar! Hehehe… Tava tudo ali…

Quantas refações até chegar a esse ponto!
Incrível o poder que isso tem. Não dá pra explicar direito.
É um orgulho grande demais.

Até então eu nem havia percebido a qualidade do som. Tava completamente nas nuvens…

Fui voltando aos poucos à realidade.
Cada vez mais, sentia-me envolvido por aquela atmosfera de batuques e batidas.

Aquele som poderoso parecia sair de dentro da gente. Vibrava cada célula.

Claro que encontrei o querido Shorney e a querida Eli. Figuríssimas da Criacittá.

Foi um barato, pois juntou todo mundo e a gente foi conhecer todos os lugares da festa.

Até então, parecia que eu estava vivendo um sonho e que tudo aquilo lá era coisa da minha cabeça…
Bastou o Shorney me cumprimentar para que eu caisse na real e compreendesse o quanto aquilo tudo seria importante para mim…

A partir daí, nos divertimos demais.

Encontrei os diretores de arte da Cria… Vilkas, Interlandi…

E só então caímos na dança.

As tendas e os espaços estavam perfeitos.

Incrível como a realidade se aproximou da nossa arte final.
Lembro-me bem desse projeto montado em prancha rígida a caminho do cliente.
O trabalho do 3D, a iluminação…

Às vezes, um projeto quando ganha vida, torna-se muito diferente do que ele era no papel.
Esse não.

Dançamos tanto que acabamos nos perdendo do Shorney e da Eli.
As japinhas se despediram e todos partimos para caminhos diferentes.

Fomos entrando em todas as tendas. Dançando um pouquinho em cada uma.
Assistimos o incrível show ao ar livre do Digitalism. Puta merda! Que experiência sonora esmagadora! A qualidade do som no palco estava maravilhosa.

O bacana era que dava pra dançar do jeito que vc quisesse.
Havia muito espaço.
Eu e o Mr. Ber literalmente nos esbaldamos…

O frio ajudou demais.
Não choveu uma gota…
E pensar que o dia estava completamente fechado horas antes…

Dançávamos na pista, dançávamos a caminho de outra tenda…
Dançávamos andando, dançávamos sentados…

Dançamos no meio do sambódromo, no canto do palco…

Só fomos sentir necessidade de forrar o estômago no meio da madrugada.
Aquela pizza caiu muito bem. Aquelas senhoras também… Bernardo fez minha propaganda direitinho… Hahaha…

O frio estava impecável.
Se parássemos de dançar, ele nos abraçava.
O jeito era mexer o corpo…

Assim ficamos por horas.
Quando cansávamos, batíamos algumas fotos, passeávamos pela multidão… A regra era criar lembranças alegres e aproveitar a noite como uma criança…

Tive uma surpresa quando fui tirar água do joelho.
Como pude esquecer os meus pictogramas no espelho e portas do sanitário Axe?
Lá estavam os adesivos das menininhas peitudas escalando uma cordinha pra chegar ao seu macho perfumado… Hahaha…

A manhã já estava batendo a nossa porta.
Trouxe consigo mais magia. A magia que deixa as pessoas em câmera lenta.

Resolvemos dançar até o dia clarear.

Foi absurdamente fantástico.

Cruzamos o sambódromo enquanto o sol nascia e rasgava as nuvens.

As pessoas que passavam por nós eram tão interessantes que resolvemos sentar um pouco e contemplá-las.

Ficamos meio jogados num canto e finalmente a cansaço nos dominou.
Tentamos nos levantar várias vezes, mas estávamos tão grogues que ficamos um pouco mais.

Apoiamo-nos um no outro e percorremos alguns metros até sentir a força voltar.
Fizemos então um registro em vídeo bem interessante – que vai demorar um pouco pra ser editado e divulgado aqui – e seguimos dançando mais um pouco, livres, malucos, desequilibrados e um pouco mortos…

A cada passo que dávamos, mais claro o dia ficava.
Aquela luz agredia a retina.

Como morcegos, procuramos proteção na escuridão.
Não havia escuridão.


Registrei tudo até chegarmos ao pórtico.
O som da batida eletrônica ainda podia ser identificado.

Desmaiamos dentro de um ônibus rodoviário com cadeiras confortáveis.
Uma pena a viagem até o Metrô Tietê ser tão curta.

No fim, Mr. Ber acabou vindo até a Parada Inglesa.

Cheguei em casa meio zumbi, meio surdo, meio cego…
Mas eu ainda estava perfumado. Hehehe…

Afundei na minha cama macia num único mergulho e só acordei às 15hs.

Acordei com voltade de voltar.
Olhei as fotos, compilei os pensamentos e mais uma vez comprovei como sou sortudo.

Ps1: Agradecimento especial para meus chefes e supervisores na Criacittá que permitiram minha participação nesse projeto;
Ps2: Agradecimento mais que especial à menina bonita que eu conheci há pouco tempo e que parece irmã de outras vidas;
Ps3: Agradecimento infinito para o manézinho da ilha de Florianópolis. A simples presença desse guri faz com que qualquer momento seja inesquecível.


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Ps4: Feliz Aniversário, Mr. Ber! Tu és o cara!

Que. Festa.

Mil tendas, milhões de pessoas, bilhões de luzes!
Cada um com seu estilo, seu jeito e sua maneira atuando nas mais variadas formas e se divertindo num espaço enorme preenchido na sua maioria por… outras pessoas!
Incrível. Pegar o final do show do Justice, conhecer Pendulum e curtir o show do Digitalism INTEIRO dançando foi incomparável, descritível por apenas uma palavra: Intensidade.

Mas… Mais do que a balada, mais do que a festa que foi, mais do que a noitada dançando nonstop, o mais incrível foi a companhia. O inseparável quase-irmão que me possibilitou a ida e me garantiu a diversão pela noite inteira. Sem ele, não seria de perto possível ter me divertido tanto, ou mesmo ter agüentado a madrugada e o dia seguinte inteiro. Por mais que pareça bobo, sem ver o ânimo incrível desse adolescente de 32 anos (cof, cof), eu não teria agüentado passar aquele tempo todo sem parar de me mexer. Isso sem dúvida foi o melhor, poder ver que do seu lado tem alguém que sente o mesmo e está se divertindo tanto quanto você!

Obrigado, João! *heart*

Ber

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